PELÚCIA DE NATAL CACHORRO COM MEIA NA BOCA
PELÚCIA BRMACHINE QUE PEGUEI NA MÁQUINA
CODIGO: 7908691315317
VÍDEO NO YOUTUBE LINOCARIOCA
Conhecido nacionalmente como Jacaré, um dos dançarinos mais famosos do É o Tchan, Edson Cardoso vive uma realidade bem diferente dos tempos de sucesso nos palcos. Aos 54 anos,
o baiano mora no Canadá desde 2016 e atualmente ocupa um cargo de liderança em uma empresa especializada na restauração de imóveis atingidos por enchentes, incêndios e outros sinistros.
Morando no país com a esposa, Gabriela Mesquita, e os dois filhos, o ex-artista contou que decidiu mudar de profissão após perceber a instabilidade da carreira artística.
Antes de ingressar na nova área, ele ainda fez figurações em séries de TV, mas optou por investir em uma profissão fora do entretenimento.
Hoje, Jacaré é supervisor do setor responsável por organizar a retirada, o armazenamento e a devolução dos pertences das famílias durante as obras de recuperação das residências.
"O que acontece é que aqui tem muito alagamento nas casas, ou incêndios. Quando acontecem essas coisas, o seguro contata a empresa onde eu trabalho e a empresa vai lá fazer a reforma", explicou.
Sobre a função que exerce atualmente, ele detalhou: "Hoje, sou supervisor do setor de 'contents', que é o que cuida das coisas dentro da casa: móveis, roupas, tudo. Eu deixo a casa vazia e depois coloco tudo de volta no lugar. Quer dizer, minha equipe, meu setor."
Além do trabalho na empresa, Jacaré participa de campanhas publicitárias para uma consultoria que auxilia brasileiros interessados em morar no Canadá. A esposa atua como consultora de imigração para famílias que desejam iniciar uma nova vida no país.
Por que Jacaré deixou o Brasil?
A mudança começou a ser planejada após o fim da passagem pelo É o Tchan e do contrato com a TV Globo, encerrado em 2010 com o fim da Turma do Didi.
Em entrevista ao canal Two Canadá, no YouTube, ele contou que a esposa sugeriu buscar um plano alternativo diante da instabilidade da profissão.
"Eu já não estava mais no Tchan, estava só na 'Turma do Didi', e minha esposa falou: 'A gente precisa de um plano B', porque essa coisa de todo ano renovar contrato, se eu vou ficar empregado ou não…
Minha carreira como artista depende de sucesso. Dependo que as pessoas gostem de mim para eu poder trabalhar", afirmou.
Em 2023, ele e a família conquistaram a residência permanente no Canadá, consolidando a nova fase.
Apesar do carinho pelo Brasil, especialmente por Salvador, Jacaré afirma que não pretende voltar a morar no país. Segundo ele, a segurança e a qualidade de vida pesaram na decisão.
"Amo o Brasil, amo o meu Salvador. Mas minha vida está aqui. Eu já construí tudo aqui. Meus filhos são cariocas, nasceram no Rio, mas se dizem canadenses. Aqui foi o meu recomeço."
Ao resumir os motivos para permanecer no Canadá, foi direto: "Qualidade de vida. Você trabalha e consegue viver. O poder de compra daqui, e a segurança, que vem em primeiro lugar."
A Inter&Co (INBR32), holding que comanda o Banco Inter no Brasil, teve lucro líquido recorrente de R$ 421 milhões no segundo trimestre do ano (2T26), crescimento de +34% na comparação com o mesmo período de 2025.
A instituição financeira digital angariou receita líquida de R$ 2,6 bilhões no 2T26, alta de +32% na comparação anual, embora suas despesas tenham expandido +19% no período.
Já o indicador fundamentalista ROE (Retorno Sobre o Patrimônio Líquido) ficou em 16,3% no 2T26, ao passo que o índice de eficiência do banco digital se estabilizou em 42%.
Para o CEO da Inter&Co no Brasil, Alexandre Riccio, a carteira de crédito continua se expandindo em um ritmo forte de +29% ano contra ano, uma vez que o crédito por cliente ativo avançou +11%.
“O consignado privado continua sendo um produto de destaque, com muitas oportunidades de crescimento pela frente”, completou o CEO da Inter&Co no relatório de resultados.
Segundo dados, se você tivesse investido R$ 1 mil em Inter&Co (INBR32) há dois anos, hoje você teria R$ 829,10, já considerando o reinvestimento dos dividendos em dólar.
A simulação também aponta que o Ibovespa teria retornado R$ 1.395,10 nas mesmas condições.
Cotação
US$ 30,04
Variação (12M)
-16,69 %
Margem Líquida
9,22 %
DY
1,96 %
P/L
7,56 K
P/VP
924,23
O que um deserto pode oferecer à maior floresta tropical do planeta? A poeira do Saara atravessa milhares de quilômetros sobre o Oceano Atlântico e leva nutrientes essenciais que ajudam a compensar as perdas naturais de solo da Amazônia.
Todos os anos, ventos intensos levantam enormes quantidades de poeira do Saara para a atmosfera. Parte desse material percorre cerca de 2.500 quilômetros sobre o Atlântico antes de alcançar a América do Sul.
Durante essa viagem, parte da poeira cai no oceano, enquanto outra parcela alcança a Floresta Amazônica, onde passa a integrar o solo e participa do ciclo natural de nutrientes.
Embora a Amazônia seja extremamente rica em biodiversidade, muitos de seus solos possuem baixa disponibilidade de fósforo, um nutriente indispensável para o crescimento das plantas. As chuvas intensas removem parte desse elemento ao longo do tempo
A poeira transportada do deserto contém minerais que ajudam a repor essas perdas naturais.
Segundo estimativas baseadas em observações por satélite, aproximadamente 22 mil toneladas de fósforo chegam à floresta anualmente, quantidade semelhante àquela perdida pela ação das chuvas e do escoamento da água.
O transporte da poeira foi medido por satélites equipados com tecnologia de sensoriamento remoto, capazes de acompanhar partículas suspensas na atmosfera durante vários anos consecutivos.
Os principais resultados observados incluem:
Esses números demonstram a dimensão dessa conexão entre dois ecossistemas distantes.
182 milhões de toneladas: quantidade média anual de poeira que deixa o continente africano.
132 milhões de toneladas: volume que permanece na atmosfera ao alcançar a costa da América do Sul.
27,7 milhões de toneladas: quantidade que se deposita sobre a Bacia Amazônica todos os anos.
22 mil toneladas de fósforo: nutriente transportado que ajuda a fertilizar a floresta.
A intensidade desse transporte varia conforme as condições climáticas. Os pesquisadores observaram que os níveis de chuva na região do Sahel, localizada ao sul do Saara, influenciam diretamente a quantidade de poeira transportada no ano seguinte.
Quando o Sahel registra períodos mais secos, a tendência é que mais poeira seja levada pelos ventos. Já anos mais chuvosos costumam reduzir esse transporte natural.
A conexão entre o deserto africano e a Amazônia mostra como diferentes regiões do planeta funcionam de maneira integrada. Um fenômeno atmosférico que começa no norte da África pode contribuir para manter o equilíbrio ecológico da maior floresta tropical do mundo.
Segundo a NASA, esse fluxo de poeira ajuda a compensar a perda contínua de nutrientes causada pelas chuvas amazônicas e reforça a importância das interações naturais que conectam continentes separados por um oceano.
O segundo estágio de um foguete Falcon 9, da SpaceX, atingiu a superfície da Lua na madrugada desta quarta-feira, em um raro caso de colisão de um objeto construído pelo homem com o satélite natural da Terra.
O impacto ocorreu na região próxima às crateras Einstein e Bell, a uma velocidade estimada de 8.700 km/h, sem oferecer qualquer risco ao planeta.
A estrutura,
com cerca de 14 metros de comprimento, quatro metros de largura e aproximadamente quatro toneladas, permaneceu em órbita desde janeiro de 2025, quando lançou ao espaço dois módulos de pouso lunar.
Um deles, o Blue Ghost-1, da empresa americana Firefly Aerospace, completou a missão com sucesso. O outro, o japonês Hakuto-R, da empresa iSpace, caiu durante a tentativa de pouso.
Segundo a Nasa, a trajetória que levou o estágio do foguete até a Lua foi resultado da combinação entre a atividade solar e as forças gravitacionais.
A agência informou que a SpaceX realizou o descarte do equipamento de acordo com os procedimentos previstos após o lançamento.
A rota do objeto foi inicialmente identificada por astrônomos independentes a partir de dados públicos. Posteriormente, o Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS),
do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, confirmou que havia 100% de probabilidade de colisão com a superfície lunar.
Embora o impacto não pudesse ser observado a olho nu — nem mesmo por telescópios de grande porte, devido à iluminação da região atingida —,
a colisão será estudada em detalhes. O Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), satélite que orbita a Lua desde 2009, fará imagens da área antes e depois do impacto. A expectativa é que os primeiros registros sejam divulgados nas próximas semanas.
De acordo com estimativas da Nasa, a colisão deve ter formado uma cratera de aproximadamente 18 metros de diâmetro e 3,5 metros de profundidade, além de lançar poeira e fragmentos de rochas para o espaço. A energia liberada equivale à explosão de cerca de 2,8 toneladas de TNT.
Apesar da dimensão do evento, a agência ressalta que impactos dessa magnitude são relativamente comuns na Lua. Um meteoroide com energia semelhante atinge a superfície lunar, em média, a cada seis dias.
A diferença é que, desta vez, os cientistas conheciam exatamente o objeto, sua massa, velocidade e o local da colisão, o que permitirá análises mais precisas sobre o comportamento do material ejetado e a composição do solo.
Os pesquisadores também esperam obter novas pistas sobre a existência de gelo de água abaixo da superfície lunar. Segundo Carl Schmidt, cientista planetário da Universidade de Boston,
a análise da nuvem de poeira produzida pela colisão poderá revelar a quantidade de água congelada presente na região, informação considerada estratégica para futuras bases lunares.

Os investidores do Mérito Desenvolvimento I (MFII11) tiveram uma surpresa na última sexta-feira (31). A gestora informou ao mercado que estava cortando o guidance de dividendos para os próximos meses.
A reação do mercado foi quase imediata, fazendo com que a cotação das cotas caísse de forma abrupta no pregão seguinte. Já na segunda-feira (3), o ativo perdeu quase 40% do seu valor de mercado, fazendo com que cada cota fosse negociada abaixo dos R$ 29, em vez dos R$ 48 anteriores.
O comunicado dizia que o fundo repassaria cerca de R$ 0,30 por cota aos investidores nos meses de julho, agosto e setembro. Antes disso, a projeção era de repasse de R$ 0,91, como o fundo vinha fazendo ao longo do primeiro e segundo trimestre do ano.
Tudo isso aconteceu porque houve um corte na expectativa de geração de caixa líquido. A redução foi de R$ 30 milhõespara R$ 9,3 milhões em 2026.
"A redução no guidance de dividendos, portanto, foi ajustada para refletir a menor geração de resultado no curto prazo. É importante lembrar que o lucro esperado dos empreendimentos se mantém, e o Fundo possui hoje ativos que podem mudar o cenário no caso de aumentos nas vendas”, diz a carta do gestor.
A gestora argumentou que o corte se deve às mudanças relacionadas aos ativos aos quais o FII está exposto. Um dos ativos está atrelado à Cortel São Paulo, que é a concessionária responsável pelos cemitérios da capital paulista.
Estima-se que o FII tenha ao menos 35% da sociedade da companhia, que estaria enfrentando “entraves burocráticos” junto à Prefeitura de São Paulo. Em 2020, essa empresa até chegou a protocolar um pedido de IPO na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), mas o processo não foi adiante.
A concessionária tem sido alvo de diversas investigações ao longo deste ano por uma suposta ligação com o Banco Master. Em maio, o Ministério Público chegou a abrir um processo para avaliar conexões entre as duas instituições.
“A fim de evitar novas revisões negativas, foi tomado como cenário base um cenário conservador, em que o incremento de receitas com a taxa de manutenção de jazigos se inicia somente em 2028. Esta postura mais defensiva estende-se, portanto, para o caixa do Fundo, que deverá custear as obras do Plano de Intervenção em 2026 e 2027 sem as entradas que eram esperadas até pouco tempo atrás”, continua o documento.
Dados divulgados pela ANP mostram que o Brasil bateu recorde na produção de petróleo e gás natural ao longo do mês de junho.
A autarquia informou ao mercado que foram produzidos 5,8 milhões de barris de óleo por dia, o que jamais foi visto antes na história do país.
O grande destaque do mês continuou sendo o pré-sal, que foi responsável por 82% de toda a produção. Isso representa 4,7 milhões de boe/d, um avanço de 4,2% em relação ao resultado de maio.
O campo de Búzios, na Bacia de Santos, entregou ao mercado 1,02 milhão de barris por dia, liderando na categoria de petróleo.
Por outro lado, o campo de Mero foi o maior produtor de gás, com 48,7 milhões de metros cúbicos diários.
"No mês, os campos marítimos produziram 98,1% do petróleo e 87,6% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras, sozinha ou em consórcio com outras empresas,
foram responsáveis por 87,08% do total produzido. A produção teve origem em 6.579 poços, sendo 608 marítimos e 5.971 terrestres”, diz o comunicado da ANP.
O recorde aconteceu em um momento bastante significativo, no qual o preço do petróleo no mercado internacional também avançou de forma importante.
Dado o contexto da guerra no Irã, o barril do tipo Brent chegou a ser negociado acima dos US$ 120 nas últimas semanas, conforme os monitores internacionais.
Os números, no entanto, não foram suficientes para segurar a cotação das principais empresas de petróleo do país. Com o avanço das negociações para o fim da guerra, o preço do petróleo recua desde a última segunda-feira (3), fazendo com que os papéis na B3 também acompanhem o movimento.
Nesta terça, as ações da Petrobras (PETR4), por exemplo, operam com baixa de 1,2%, aos R$ 42,50. Quem sofre ainda mais é a Brava Energia (BRAV3), que perde 5% do seu valor de mercado e negocia as ações abaixo dos R$ 19, ainda de acordo com a B3.
Neste pregão, o barril do tipo Brent também recua na faixa de 5%. O item é comprado e vendido no mercado internacional por menos de US$ 80, conforme indicam os monitores do setor de commodities.
Há dez anos, nas Olimpíadas do Rio 2016, quatro grandes nomes do esporte mundial fizeram valer toda a aposta de que eles seriam os principais astros estrangeiros da competição.
Passada uma década da única edição olímpica disputada na América do Sul, Michael Phelps, Usain Bolt, Simone Biles e Teddy Riner trilharam caminhos distantes, dentro e fora das piscinas, pistas, tablados e tatames. Eles estão envolvidos em atividades, como golfe e dominó, superando um drama de saúde ou buscando a retomada da carreira.
O ge mostra por onde andam os quatro ícones que subiram aos lugares mais altos dos pódios e encantaram o público, in loco, no Rio, e em todos os cantos do planeta.
Na Rio 2016, o maior astro da história da natação, então com 31 anos, disputou seis provas e ganhou seis medalhas, sendo cinco ouros e uma prata. O topo do pódio só não veio nos 100m borboleta, quando o jovem Joseph Schooling, de Cingapura, barrou o ídolo. Foi a despedida olímpica de Phelps após cinco Olimpíadas.
Atualmente com 41 anos, Phelps é casado, desde 2016, com Nicole Johnson, com quem tem quatro filhos. E ele pratica outro esporte: o golfe. Michael pode ser encontrado em campos ao redor dos Estados Unidos, mas não é profissional. Ele treina bastante e participa de torneios de celebridades e eventos por equipes, como a Ryder Cup.
Quando não está se exercitando, o maior medalhista olímpicos de todos os tempos atua como porta-voz de importantes causas, como a saúde mental. Em palestras pelo mundo, Phelps fala abertamente sobre suas próprias lutas contra a depressão severa, com direito a pensamentos de morte, durante e após a carreira nas piscinas.
O americano também comanda a Fundação Michael Phelps. Por meio de instituição de caridade, ele "promove a segurança na água, a vida saudável e o suporte à saúde mental, com foco especial em crianças". Para não ficar muito longe das piscinas, o ex-nadador atua como comentarista de televisões americanas em eventos como Olimpíadas e Mundiais.
Não era noite de voo solo. Era noite de trabalhar em equipe e usar o próprio brilho para consagrar os companheiros. Mas mesmo tratando-se de um quarteto, quem todos queriam ver era Usain Bolt. E o Raio não decepcionou. Caiu pela terceira vez no mesmo lugar: no topo do pódio.
Bolt está aposentado desde 2017, quando foi bronze nos 100m rasos do Mundial de Londres. Ele tentou ser jogador de futebol, mas desistiu. Hoje, com 39 anos, vive em uma mansão na capital da Jamaica, Kingston.
Ele é casado e tem três filhos. O nome da mais velha, de 5 anos, é uma homenagem ao seu legado: Olympia Lightning, que na tradução do inglês é Olímpia Relâmpago, um misto de homenagem aos Jogos Olímpicos e ao apelido dele nas pistas.
Sabe quais as atividade que tomam mais tempo de Bolt? Jogar dominó e atuar com DJ. Em entrevistas recentes, o jamaicano revelou que leva muito a sério esse hobby. Ele joga dominó com amigos por cerca de seis horas diárias e organiza até torneios locais. Já a skin musical pode ser vista em festas e em gravações com artistas locais da Jamaica.
Algo também curioso é que, o até agora recordista mundial dos 100m (9s58) e 200m (19s19), diz que não é fã de corridas de atletismo. E, veja só, ele afirma que fica sem fôlego ao subir escadas. Mas, mesmo assim, Usain assegura que bate ponto na academia para não ganhar muito peso.
Ela pisou em solo olímpico como Simone Biles. A dona de 10 ouros em Mundiais, mas que tinha uma provação pessoal: brilhar em sua primeira participação nos Jogos. E vai deixar o Rio como Simone Biles I.
Por aqui a americana foi alçada a posto de rainha. Não só da modalidade, mas de carisma e simpatia também.
Atualmente com 29 anos de idade, Simone segue na ativa, mas não compete desde as Olimpíadas de Paris 2024. Na ocasião, a estrela conquistou três ouros (salto, individual geral e por equipe) e uma prata (solo), quando foi superada pela brasileira Rebeca Andrade na decisão.
Em maio deste ano de 2026, Biles revelou que sofreu um grande drama de saúde. Nas redes sociais, a americana postou uma foto com várias pulseiras de hospital em seu pulso e chegou a dizer que "quase morrer não estava nos seus planos", mas não deu maiores detalhes.
Simone definiu a situação como "uma das experiências mais assustadores de sua vida", principalmente pela ausência do marido, o jogador da NFL Jonathan Owens. Ela disse ter passado a semana de repouso na cama.
O ouro mais certo na Olimpíada do Rio, seja qual for o esporte, foi entregue na tarde desta sexta-feira, no último dia do judô, na Arena Carioca 2.
Aos 27 anos de idade, o mito francês Teddy Riner enfileirou seus rivais, ignorou as vaias da torcida, iniciadas após ele bater o brasileiro Rafael Silva nas quartas, e fez o que quis para conquistar o bicampeonato olímpico e alcançar a marca de 112 lutas de invencibilidade no peso-pesado (acima de 100kg).
Não tinha para ninguém nos tatames. Quando Riner entrava para lutar, ele não perdia. Tanto que ele ficou dez anos sem ser derrotado. Isso só aconteceu novamente após 154 combates, em fevereiro de 2020, no Grand Slam de Paris.
Nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, disputados em 2021 por conta da pandemia de coronavírus, Teddy sofreu a segunda desilusão olímpica. Assim como ocorrera em Pequim 2008, ele foi derrotado nas quartas e acabou indo atrás da medalha de bronze, além de ser ouro por equipes. A volta por cima no individual veio em casa. Em Paris 2024, o astro ganhou duas medalhas de ouros: no acima de 100kg e por equipes.
Com cinco ouros e dois bronzes olímpicos no currículo, além de dez títulos mundiais, Teddy é um astro pop na França. Ele participa de diversos comerciais de televisão e faz participação em séries, dentre outros.
Atualmente, ele tem 37 anos de idade e não luta desde as Olimpíadas na capital francesa, há dois anos. Mas a aposentadoria está longe e ele planeja uma retomada triunfal na carreira: ganhar mais um ouro no peso-pesado nos Jogos de Los Angeles 2028.
Recuperado de uma cirurgia no cotovelo direito, Riner tem retorno aos tatames marcado para o Grand Slam de Lausanne, na Suíça, no final deste mês de agosto. Ele tem treinado bastante nas dependências do Paris Saint-Germain. Usando sua fama, o clube francês, mais conhecido pelo futebol, tem uma equipe cada vez mais forte de judô.
Teddy também tem atuação destacada como Embaixador da Boa Vontade da UNICEF. Ele participa de diversas campanhas globais voltadas ao bem-estar e à saúde de crianças pelo mundo.
O carro voador da Embraer (EMBJ3) deu mais um passo importante rumo aos céus, ao realizar o seu primeiro voo de transição.
De acordo com a Eve Air Mobility (EVEB31), a empresa de mobilidade aérea urbana da Embraer responsável pelo projeto, este é um marco fundamental no desenvolvimento e nos ensaios da sua aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical, também conhecida como eVTOL.
✈️ Isso porque a fase de transição marca a mudança da sustentação vertical para o voo horizontal do eVTOL.
Ou seja, o momento em que o carro voador parte rumo ao seu destino depois de ganhar altura.
O primeiro voo da fase de transição do eVTOL da Eve foi anunciado nesta segunda-feira (3) e teve a duração de 3 minutos e 9 segundos.
O protótipo desenvolvido pela empresa atingiu uma velocidade estabilizada de 50 km/h e uma velocidade máxima de 55 km/h no teste, além de uma altura de 27 metros. E, dessa forma, percorreu pouco mais de 1,5 quilômetro.
O teste foi realizado na unidade da Embraer em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo. Veja como foi:
De acordo com a Eve, este voo foi importante para validar o desempenho dos sistemas do eVTOL e permitirá a realização de novos ensaios em voo de transição, com velocidades mais elevadas.
📈 O plano é realizar testes de enlace de dados para validar o desempenho do enlace de rádio e apoiar operações em velocidades de até 92 km/h.
Diretor de engenharia da Eve Air Mobility, Marcelo Basile explicou que o voo demonstrou com êxito a ativação da hélice propulsora traseira do eVTOL, validando as principais metas de desempenho do início da fase de transição.
"Os dados coletados darão apoio à expansão contínua do envelope de voo à medida que avançamos em direção a velocidades mais elevadas e a ensaios de transição progressivamente mais complexos", afirmou.
"A ativação bem-sucedida do sistema de propulsão traseiro valida um aspecto fundamental do design da nossa aeronave e nos aproxima cada vez mais de entregar soluções de mobilidade aérea seguras,
eficientes e escaláveis", acrescentou o CEO da Eve Air Mobility, Johann Bordais, que classificou este primeiro voo de transição como "um marco importante na trajetória de desenvolvimento da Eve".
Embora o carro voador brasileiro ainda esteja em fase de testes e em processo de certificação, a Eve já apresenta a maior carteira de pedidos do setor de mobilidade aérea urbana elétrica do mundo.
A empresa já tinha cartas de intenção de compra para cerca de 2.700 eVTOLs e ainda fez novos negócios na Farnborough International Airshow, a maior feira de aviação do mundo, realizada em julho no Reino Unido.
Com isso, o carro voador da Embraer é esperado nos céus do Brasil, mas também dos Estados Unidos, Europa e África.
Você já parou para pensar quanto uma pessoa com R$ 1 milhão investido pode ganhar em apenas um dia?
Vamos fazer uma simulação considerando o CDI atual e já descontando o Imposto de Renda, ou seja, mostrando o rendimento líquido que realmente cairia no bolso do investidor.
Primeiro, imagine um investimento que rende 100% do CDI, como acontece em algumas contas remuneradas, incluindo o Mercado Pago quando o dinheiro está elegível para esse rendimento.
Com R$ 1.000.000 investidos, o ganho líquido em apenas 1 dia útil seria de aproximadamente R$ 408.
Agora vamos para uma aplicação que paga 120% do CDI.
Nesse caso, com o mesmo patrimônio de R$ 1 milhão, o rendimento líquido sobe para cerca de R$ 489 por dia.
Isso significa uma diferença de aproximadamente R$ 81 líquidos por dia apenas por escolher uma aplicação que remunera 120% do CDI em vez de 100%.
Pode parecer pouco olhando para um único dia, mas ao longo do tempo essa diferença cresce bastante.
Em um mês com cerca de 21 dias úteis, esses R$ 81 por dia representam aproximadamente R$ 1.700 a mais de rendimento líquido.
É importante lembrar que esta é apenas uma simulação. O CDI varia ao longo do tempo, algumas instituições oferecem 120% do CDI apenas por um período promocional e o Imposto de Renda diminui conforme o prazo do investimento aumenta.
Mesmo assim, a comparação mostra como pequenas diferenças na rentabilidade podem representar milhares de reais quando o valor investido é elevado.
E eu quero saber de você: se tivesse R$ 1 milhão disponível hoje, deixaria o dinheiro rendendo 100% do CDI ou buscaria uma aplicação que pagasse 120%?
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A maior cidade do país vai ganhar uma nova casa de shows nos próximos anos. Uma parceria entre a Live Nation e o complexo Center Norte vai construir a Arena São Paulo, na zona norte da capital paulista.
Este é um projeto que prevê um espaço com capacidade para até 21 mil pessoas. Antes da construção, já surge com um diferencial competitivo, considerando que as casas disponíveis comportam, em média, 8 mil pessoas.
As duas empresas projetam investir até R$ 1,5 bilhão no projeto, que pode ficar pronto até 2028. A ideia é criar um lugar que compita com estádios de futebol, que hoje são os principais palcos de artistas nacionais e internacionais com alta demanda.
Os desenvolvedores esperam receber até 200 eventos por ano, entre shows e esportes. O prédio contará com três níveis de arquibancada, estacionamento exclusivo e áreas para desembarque de carros por aplicativo.
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Um estudo feito pela Oxford Economics já apontou quanto o espaço pode movimentar na cidade de São Paulo. Até o quinto ano de operação, a cifra pode chegar a R$ 817 milhões em gastos diretos e R$ 1,6 bilhão em impacto econômico.
O projeto chega em um momento importante para o mercado de entretenimento, que cada vez mais vê o número de apresentações internacionais crescendo. Só neste ano, personalidades como The Weeknd, Harry Styles, Shakira, AC/DC, BTS, Iron Maiden e outros desembarcaram no país.
Para o ano que vem, já existe uma lista de shows importantes confirmados: Karol G, Laura Pausini e Louis Tomlinson são alguns dos nomes que devem visitar a cidade de São Paulo.
Dos apenas 99 Pagani Utopia produzidos para clientes em todo o mundo, um exemplar ainda mais exclusivo encontrou destino no Brasil.
O hipercarro avaliado em cerca de R$ 60 milhões não integra a série comercial da fabricante italiana: trata-se de um dos oito protótipos construídos durante o desenvolvimento do modelo, o que o torna mais raro do que qualquer uma das unidades colocadas à venda.
A chegada do veículo colocou o país em um seleto grupo de mercados que possuem um Utopia, terceiro automóvel lançado pela Pagani em mais de 25 anos de história, sucedendo os consagrados Zonda e Huayra.
O modelo começou a ser desenvolvido em 2018 e levou cerca de seis anos até chegar às mãos dos primeiros clientes, período em que a fabricante italiana construiu protótipos para testes estruturais, aerodinâmicos e mecânicos.
Produzido em apenas 99 unidades, o Pagani Utopia combina motor V12 biturbo, opção de câmbio manual e construção artesanal. O exemplar que desembarcou no Brasil é ainda mais raro: trata-se de um dos oito protótipos utilizados pela fabricante italiana durante o desenvolvimento do modelo
O carro que veio para o Brasil é identificado pela inscrição "Utopia R&D", sigla para Research and Development (Pesquisa e Desenvolvimento).
Esses veículos foram utilizados pela engenharia da Pagani para validar o projeto antes do início da produção em série. Depois dos testes, alguns acabaram preservados e vendidos a colecionadores, tornando-se peças praticamente únicas no mercado de hipercarros.
Apesar da exclusividade, a Pagani resistiu a seguir a tendência de eletrificação adotada por boa parte da indústria. O Utopia mantém um motor V12 6.
0 biturbo desenvolvido exclusivamente pela Mercedes-AMG para a marca italiana. São 864 cavalos de potência e 112,2 kgfm de torque enviados às rodas traseiras.
Outro detalhe chama atenção em um segmento dominado por transmissões automatizadas: o Utopia pode ser equipado com um câmbio manual de sete marchas. Horacio Pagani defendia que o sucessor do Huayra preservasse uma condução mais analógica, aproximando motorista e máquina em uma época marcada pela eletrônica embarcada e pelos sistemas híbridos.
A filosofia também aparece no interior. Em vez de grandes telas digitais, o painel reúne instrumentos analógicos, comandos metálicos usinados e o mecanismo do câmbio completamente exposto. O volante nasce de um bloco maciço de alumínio, enquanto os pedais são produzidos a partir de uma única peça, seguindo o padrão artesanal que transformou a Pagani em referência entre fabricantes de hipercarros.
A engenharia foi outro foco do projeto. O chassi utiliza uma combinação de fibra de carbono e titânio, aumentando a rigidez estrutural sem elevar significativamente o peso do conjunto.
Na traseira, um escapamento quádruplo de titânio com revestimento cerâmico pesa menos de seis quilos, enquanto a carroceria foi desenhada para gerar carga aerodinâmica sem recorrer às grandes asas traseiras que se tornaram comuns entre esportivos extremos.
Embora a identidade do proprietário permaneça em sigilo, reportagens publicadas por veículos especializados apontam que o Utopia pertence a um colecionador brasileiro conhecido apenas como "Júnior", dono de uma das maiores coleções de hipercarros do país e que costuma aparecer em eventos usando capacete para preservar o anonimato.
A Roma acompanha de perto a situação de Endrick no Real Madrid e estuda avançar pela contratação do brasileiro.
Segundo o jornal italiano La Gazzetta dello Sport, o clube pretende propor um empréstimo com opção de compra e a possibilidade de o Real manter uma cláusula de recompra, em um modelo semelhante ao utilizado pelo Como na negociação por Nico Paz.
O interesse existe há mais de um mês. De acordo com o jornal italiano, o diretor esportivo da Roma, Frederic Massara, viajou recentemente a Madri também para avaliar a viabilidade da operação e consultar o Real Madrid sobre uma possível saída do atacante.
Até o momento, porém, o clube espanhol não deu sinal verde para a negociação. Endrick ainda será avaliado por José Mourinho durante a pré-temporada, e o gol marcado no amistoso contra a Fiorentina pode pesar na disputa por espaço no elenco.
Mesmo assim, o brasileiro corre o risco de perder posições na hierarquia ofensiva. O clube espanhol acertou esta semana com Carlos Espí, do Levante.
Além de Espí, o setor ofensivo conta com Mbappé, Vinícius Júnior, Rodrygo e Brahim Díaz.
A forte concorrência pode reduzir as oportunidades de Endrick e levar o Real a considerar um empréstimo para que o jogador tenha mais minutos ao longo da temporada.
A Roma enxerga o brasileiro como uma opção versátil. O atacante poderia atuar centralizado, embora o elenco já conte com Santiago Castro e Donyell Malen para a função, ou aberto pelos dois lados do campo.
A intenção do clube italiano é evitar um empréstimo simples, segundo a imprensa italiana. A diretoria gostaria de incluir uma opção de compra para não correr o risco de desenvolver o jogador e perdê-lo ao fim da temporada sem qualquer possibilidade de mantê-lo.
O modelo desejado seria semelhante ao negócio fechado entre Real Madrid e Como por Nico Paz. O clube italiano adquiriu o argentino, enquanto os espanhóis conservaram mecanismos para recuperar o atleta no futuro.
O Itaú (ITUB4) está reduzindo a sua operação internacional, em um movimento que contrasta com a tentativa de outros bancos brasileiros de ampliar a presença no exterior.
💲 A instituição concluiu na sexta-feira (31) a venda das operações de varejo que mantinha na Colômbia e no Panamá para o Banco de Bogotá (BSBK), por um valor líquido de aproximadamente R$ 2,5 bilhões.
Com isso, deve concentrar a sua atuação nesses mercados no segmento de pessoa jurídica, por meio da subsidiária Banco Itaú Colômbia.
De acordo com o Itaú, a operação alinha-se à estratégia de maximização da rentabilidade do capital. Isso porque os negócios de varejo estariam pressionando a rentabilidade e o lucro do banco nesses mercados.
Ainda assim, o Itaú Colômbia reafirmou o compromisso e a presença de longo prazo no país, dizendo que este é um mercado estratégico e um pilar fundamental da sua plataforma regional.
🗺️ O Itaú mantinha operações em 18 países das Américas e da Europa ao final do primeiro trimestre de 2026.
A maior parte dessas operações concentra-se no mercado de pessoas jurídicas e em clientes de alta renda, por meio do Corporate e do Private Banking.
Já as atividades de varejo devem se limitar ao Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai agora que a operação de varejo foi vendida na Colômbia e no Panamá.
🏦 O Banco de Bogotá vê a aquisição dos negócios de varejo do Itaú na Colômbia e no Panamá como uma forma de reforçar a sua estratégia de crescimento nesse segmento e consolidar a posição de liderança no sistema financeiro colombiano.
"A integração de mais de 250 mil clientes faz parte da estratégia do Banco de Bogotá de continuar oferecendo soluções financeiras sustentadas pela experiência, solidez e capacidade de acompanhar as necessidades das pessoas e das empresas no país", afirmou.
Segundo o banco brasileiro, a operação abrange uma carteira de crédito de aproximadamente R$ 9,7 bilhões, além de cerca de R$ 7,2 bilhões em depósitos.
Embora tenha um objetivo claro de reforçar a rentabilidade, a decisão do Itaú contrasta com a estratégia recente de outros bancos brasileiros.
O BTG Pactual (BPAC11), por exemplo, começou a operar no Uruguai recentemente. O banco de André Esteves ainda conseguiu uma licença bancária nos Estados Unidos e comprou uma participação minoritária no banco mexicano Banamex neste ano.
O Nubank (ROXO34) também recebeu autorização para operar como banco nos Estados Unidos em 2026 e vem ampliando a presença no México e na Colômbia.
Já o Banco do Brasil (BBAS3) reforçou a atuação em Portugal, levou o Pix para a Argentina e também gostaria de permitir pagamentos instantâneos dos brasileiros nos Estados Unidos.
🏦 O Banco Santander da Espanha formalizou nesta quinta-feira (30) uma proposta de troca das ações do Santander Brasil (SANB11) listadas na B3 (B3SA3) por BDRs ou ADRs da matriz espanhola, segundo documento enviado ao mercado.
A operação, que o mercado especulava há algum tempo, pode movimentar até 1,908 bilhão de euros, cerca de R$ 11 bilhões, para a aquisição de até 10% de todas as ações preferenciais, ordinárias e units em circulação.
Para atrair os acionistas, o banco europeu oferece um prêmio de 15% sobre o preço de mercado. A oferta será voluntária, não buscará a deslistagem do Santander Brasil da B3 e não terá condição mínima de aceitação.
Já os papéis americanos (ADSs) da subsidiária poderão ser deslistados da NYSE, dependendo do resultado da operação nos EUA.
A conclusão da proposta depende da aprovação dos órgãos reguladores no Brasil e nos EUA, além da autorização dos acionistas do Santander para a emissão das novas ações.
Os acionistas do Santander Brasil que aceitarem a oferta receberão 0,4056 nova ação do Banco Santander para cada unit ou ADS da subsidiária brasileira, ou 0,2028 nova ação para cada ação ordinária ou preferencial.
Caso todos os minoritários adiram à proposta, o banco emitirá aproximadamente 156 milhões de novas ações, equivalente a cerca de 1,1% de seu capital social atual.
Para manter o investidor brasileiro exposto ao grupo após a troca, o banco lançará um programa de BDRs (Brazilian Depositary Receipts), certificados negociados na B3 que representam ações emitidas no exterior.
A movimentação não é inédita na trajetória do grupo. Em 2023, o Santander já havia fechado o capital de sua filial no México.
No Brasil, em 2014, propôs uma troca de ações aos minoritários com prêmio de cerca de 20%, afirmando na época não ter intenção de sair da bolsa brasileira. Em maio de 2022, o grupo também realizou uma OPA para comprar e deslistar a Getnet, sua operação de adquirência.
Questionado há pouco mais de um ano sobre a possibilidade de o Santander Brasil sair da bolsa, o então CEO, Mário Leão, disse que não se surpreenderia com o movimento.
Em comunicado, o banco destacou que a oferta representa uma oportunidade para os acionistas minoritários realizarem o valor do investimento com prêmio em relação ao preço de mercado, além de se tornarem acionistas de um dos principais grupos financeiros diversificados do mundo.
Para Ana Botín, presidente executiva do Banco Santander, a transação "é um passo adicional em direção à nossa estratégia de simplificar o grupo, ao mesmo tempo em que reforça nosso compromisso de longo prazo com o Brasil."
📈 O banco afirmou ainda que a operação está totalmente alinhada à estratégia de criação de valor para os acionistas no longo prazo.
O Flamengo divulgou, na noite de sexta-feira, o balanço financeiro do segundo trimestre de 2026 e detalhou os gastos que teve com a contratação de Lucas Paquetá.
O meia custou no total R$ 315,669 milhões, entre a aquisição dos direitos federativos, luvas e intermediação, reforçando seu posto de contratação mais cara da história do clube.
Paquetá também contribuiu para que esta fosse a janela com maior investimento já feito pelo clube rubro-negro. A divisão dos custos ficou em R$ 299,059 milhões em direitos e luvas e R$ 16,610 milhões em intermediação.
O camisa 10 ultrapassou Samuel Lino, que custou R$ 203.001 milhões, no ranking. Completam o top-5 Carlos Alcaraz (R$ 125.443 milhões), Pedro (R$ 112,418 milhões) e De la Cruz (R$ 102.074 milhões).
Paquetá está recuperado de uma lesão sofrida durante a Copa do Mundo com a seleção brasileira e espera voltar a jogar na partida diante do Vitória, no próximo dia 9. Em 2026, o jogador tem 24 jogos, com oito gols marcados.
Lucas Paquetá (2026): R$ 315,669 milhões (R$ 299,059 milhões em direitos e luvas e R$ 16,610 milhões em intermediação)
Samuel Lino (2025): R$ 203.001 milhões (R$ 190.897 milhões em direitos e luvas e R$ 12.104 milhões em intermediação)
Carlos Alcaraz (2024): R$ 125.443 milhões (R$ 112.334 milhões em direitos e luvas e R$ 13.109 milhões em intermediação)
Pedro (2020): R$ 112,418 milhões (R$ 102,641 milhões em direitos e luvas e R$ 9,777 milhões em intermediação)
De la Cruz (2023): R$ 102.074 milhões (R$ 92 milhões em direitos e luvas e R$ 9 milhões de intermediação)
Gabigol (2019): R$ 96.947 milhões (R$ 90.824 milhões em direitos e luvas e R$ 6.123 milhões em intermediação)
Everton Cebolinha (2022): R$ 94.673 milhões (R$ 84.703 milhões em direitos e luvas e R$ 9.970 milhões em intermediação)
Gerson (2023): R$ 89,810 milhões (R$ 85,715 milhões em direitos e luvas e R$ 4,095 milhões em intermediação)
Arrascaeta (2019): R$ 81,640 milhões (R$ 76,106 milhões em direitos e luvas e R$ 5.534 milhões em intermediação)
Gerson (2019): R$ 64.879 milhões (R$ 58.978 milhões em direitos e luvas e R$ 5.901 milhões em intermediação)
No balanço financeiro divulgado, o Flamengo também afirma que a dívida líquida com atletas encerrou o segundo trimestre de 2026 em R$ 304 milhões.
No primeiro semestre, esse valor foi de R$ 393,9 milhões, um reflexo dos pagamentos efetuados e das vendas concretizadas no período. A movimentação de atletas gerou receita bruta de R$ 106,9 milhões no primeiro semestre — praticamente o dobro dos R$ 54,5 milhões do mesmo período do ano anterior.
O mês de junho foi fechado com R$ 127,8 milhões de caixa livre consolidado. Desse total, R$ 89,8 milhões estavam sob gestão direta do Flamengo e o restante com a Fla-Flu Serviços S.A., responsável pela gestão do Maracanã.
Houve uma redução de 63,9 milhões em relação ao final de 2025. O clube afirma que "o caixa permanece em um patamar seguro para a continuidade da operação".
Já o endividamento operacional líquido (EOL) encerrou o período em R$ 280,2 milhões, uma queda de R$ 207,9 milhões em relação ao pico de 31 de março deste ano,
refletindo os recebimentos do trimestre e a quitação de parte das obrigações assumidas na primeira janela de transferências do ano.
Você já parou para pensar como uma eleição presidencial pode afetar o seu bolso e os seus investimentos?
Sempre que uma eleição se aproxima, uma das perguntas mais feitas pelos investidores é: quais empresas podem sair ganhando e quais podem enfrentar dificuldades dependendo de quem assumir a Presidência da República?
No vídeo de hoje vamos analisar um cenário específico: uma possível vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. É importante deixar claro desde o início que este vídeo não faz previsão eleitoral nem afirma que determinadas ações vão subir ou cair. O objetivo é mostrar como parte do mercado financeiro costuma reagir às expectativas sobre políticas econômicas e quais setores podem ser favorecidos ou pressionados.
Fique até o final porque vamos apresentar 10 empresas da Bolsa brasileira e explicar por que elas aparecem com frequência nas análises dos especialistas.
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A Petrobras costuma ser uma das empresas mais comentadas em qualquer eleição.
Isso acontece porque o governo federal é o acionista controlador da companhia.
Em governos do PT, investidores costumam acompanhar com atenção temas como política de preços dos combustíveis, distribuição de dividendos, investimentos em refinarias e exploração de petróleo.
Se o mercado acreditar que haverá maior interferência política na empresa, as ações podem sofrer pressão. Por outro lado, caso a gestão mantenha disciplina financeira e investimentos rentáveis, a percepção pode melhorar rapidamente.
Outro gigante controlado pelo governo.
O Banco do Brasil frequentemente entra no radar dos investidores porque pode ser utilizado como instrumento para ampliar o crédito em determinados setores da economia.
Embora isso possa estimular o crescimento econômico, alguns investidores temem impactos sobre a rentabilidade do banco.
Mesmo assim, vale lembrar que o Banco do Brasil vem apresentando lucros elevados nos últimos anos.
Apesar de possuir características diferentes da Caixa Econômica Federal, a Caixa Seguridade também pode sentir reflexos das decisões relacionadas ao banco público.
Como possui receitas ligadas à venda de seguros e previdência, mudanças estratégicas podem alterar as expectativas dos investidores.
O Itaú costuma ser visto como uma empresa mais protegida de mudanças políticas.
Isso porque é um banco privado, bastante diversificado e com forte geração de caixa.
Caso a economia continue crescendo, o banco pode aumentar sua carteira de crédito e manter bons resultados independentemente do governo.
A WEG é considerada uma das empresas mais internacionais da Bolsa.
Grande parte das suas receitas vem do exterior.
Se o real se desvalorizar diante do dólar, a empresa tende a converter suas receitas internacionais em mais reais, o que costuma beneficiar seus resultados.
Além disso, a companhia atua em energia, automação industrial e eletrificação, setores considerados estratégicos.
A Suzano também aparece entre as favoritas de muitos analistas.
Como vende celulose para diversos países, recebe boa parte de sua receita em dólar.
Quando a moeda americana sobe, a empresa costuma aumentar sua geração de caixa em reais.
Por isso, ela é frequentemente utilizada como proteção contra períodos de maior instabilidade econômica.
A Vale depende muito mais da economia mundial e da demanda chinesa por minério de ferro do que da política brasileira.
Mesmo assim, mudanças no câmbio e no ambiente regulatório podem influenciar suas ações.
Por isso, investidores acompanham de perto qualquer alteração relacionada à mineração e infraestrutura.
A JBS é outra exportadora relevante.
Boa parte de suas operações está espalhada por vários países.
Caso o dólar permaneça valorizado, a empresa tende a se beneficiar das exportações.
Além disso, sua diversificação internacional reduz a dependência do mercado brasileiro.
As construtoras podem reagir de maneira diferente dependendo das políticas habitacionais.
Programas como o Minha Casa, Minha Vida costumam beneficiar empresas focadas em imóveis populares.
Se houver expansão dos incentivos habitacionais, companhias desse setor podem ganhar novas oportunidades de crescimento.
A Localiza depende bastante da atividade econômica e da disponibilidade de crédito.
Caso a economia acelere e os juros caiam ao longo do tempo, a demanda por aluguel de veículos e gestão de frotas pode aumentar.
Por outro lado, juros elevados costumam aumentar o custo de financiamento da empresa.
É importante lembrar que eleições não são o único fator que move a Bolsa de Valores.
Empresas sobem e descem por diversos motivos.
Entre eles estão:
Muitas vezes, uma empresa considerada "prejudicada" em um primeiro momento acaba surpreendendo positivamente alguns meses depois.
Da mesma forma, empresas vistas como favoritas podem decepcionar caso seus resultados não acompanhem as expectativas.
Independentemente de quem vença as eleições, o investidor de longo prazo deve focar principalmente na qualidade das empresas, na geração de caixa, no endividamento, na capacidade de crescimento e na diversificação da carteira.
Tomar decisões apenas com base em notícias políticas costuma aumentar os riscos e reduzir as chances de sucesso no mercado financeiro.
A melhor estratégia continua sendo estudar cada empresa, acompanhar seus resultados trimestrais e manter uma visão de longo prazo.
Agora eu quero saber a sua opinião.
Qual dessas empresas você acredita que pode apresentar o melhor desempenho nos próximos anos? Existe alguma ação que ficou de fora da lista e que merece ser acompanhada?
Deixe sua opinião nos comentários. Se gostou do vídeo, deixe o like, inscreva-se no canal e compartilhe este conteúdo com outros investidores.
Até o próximo vídeo!
O mercado de IPOs registrou novos recordes em 2026, impulsionado pelo boom da IA (Inteligência Artificial). Por isso, a lista das maiores ofertas iniciais de ações do mundo entrou em reconfiguração.
💸 Até pouco tempo atrás, o título de maior IPO do mundo era da Saudi Aramco, que levantou US$ 25,6 bilhões ao estrear na bolsa saudita em 2019. Porém, a petroleira saudita caiu para o terceiro lugar desse ranking em menos de um mês e ainda pode perder posições em 2026.
O movimento reflete a chegada de empresas trilionárias de inteligência artificial às bolsas, a começar pela SpaceX (SPCX).
A empresa de foguetes e IA de Elon Musk assumiu a liderança isolada da lista de maiores IPOs do mundo ao movimentar US$ 75 bilhões com a listagem na Nasdaq -valor que ainda cresceu para US$ 85,7 bilhões posteriormente, com a oferta de um lote suplementar de ações.
Pouco depois, a fabricante de chips sul-coreana SK Hynix (SKHY) assumiu a segunda posição do ranking ao levantar US$ 26,5 bilhões no desembarque em Wall Street, o que ainda lhe rendeu o título de maior listagem estrangeira da bolsa americana.
Os números recordes mostram o entusiasmo do mercado com a inteligência artificial e renovam a expectativa pelos próximos IPOs do setor. Afinal, outras gigantes da IA estão se preparando para estrear na bolsa.
🗨️ A Anthropic, por exemplo, pretende tornar-se uma companhia de capital aberto ainda em 2026 e também deve captar bilhões de dólares com a oferta inicial de ações. Afinal, já é a startup mais valiosa do mundo.
A dona do chatbot Claude foi avaliada em US$ 965 bilhões em maio, após receber US$ 65 bilhões em uma rodada privada de investimentos. Com isso, superou o valor de mercado da sua principal rival: a OpenAI, criadora do ChatGPT.
A OpenAI também pretende estrear na bolsa em breve, o que pode reacender essa briga. O objetivo da empresa de Sam Altman é levantar cerca de US$ 60 bilhões e atingir um valor de mercado de aproximadamente US$ 1 trilhão com o IPO.
Juntos, os IPOs da SpaceX, Anthropic e OpenAi devem movimentar cerca de US$ 200 bilhões. É o equivalente a quase todo o dinheiro mobilizado pelo mercado de IPOs dos Estados Unidos ao longo dos últimos quatro anos.
Por isso, além de reconfigurar a lista das maiores ofertas da história, os mega-IPOs da IA podem ditar o ritmo desse mercado nos próximos meses.
“Se essas transações tiverem boa precificação e negociação, podem gerar confiança nos investidores e impulsionar emissões mais amplas”, afirmou o líder de Consultoria em IPOs e da EY nas Américas, Mark Schwartz.
A startup chinesa DeepSeek, que sacudiu o mercado global de tecnologia ao apresentar o seu modelo de inteligência artificial em 2023, por exemplo, está avaliando a possibilidade de listar as suas ações na Bolsa de Xangai.
A gigante de fast fashion chinesa Shein também está avançando com o plano de abrir o capital e pode ser o nome que vai testar se o apetite do mercado para IPOs vai além do universo da IA.
📊 Com os mega-IPOs da IA, empresas de setores tradicionais e até big techs correm o risco de deixar a lista dos 10 maiores IPOs da história.
A montadora americana General Motors (GM) e o banco chinês ICBC, por exemplo, já deixaram esse grupo, após as listagens da SpaceX e da SK Hynix.
Caso Anthropic e OpenAI correspondam às expectativas do mercado, a Meta (M1TA34) e a Enel também devem sair da lista de maiores IPOs do mundo.
Vale ressaltar, porém, que outras gigantes da IA não integram essa relação, apesar dos valores de mercado astronômicos alcançados nos últimos anos.
A Nvidia (NVDA), que conquistou o título de empresa mais valiosa do mundo em meio ao boom da IA, por exemplo, não captou nem US$ 1 bilhão ao estrear na Nasdaq em 1999. O IPO da empresa movimentou cerca de US$ 42 milhões. Por isso, nem chegou perto desse grupo.
Antes da atual onda de mega-IPOs da IA, as empresas que mais haviam despertado o interesse dos investidores com as suas ofertas iniciais de ações eram sobretudo multinacionais como SoftBank Corp, Visa e Enel.
SpaceX (SPCX)
A empresa de foguetes e inteligência artificial de Elon Musk movimentou US$ 75 bilhões ao estrear na Nasdaq em 2026, considerando apenas o lote inicial de ações.
SK Hynix (SKHY)
A fabricante de chips sul-coreana levantou US$ 26,5 bilhões ao desembarcar em Wall Street, em 2026.
Saudi Aramco
A petroleira saudita captou US$ 25,6 bilhões ao estrear na bolsa de Tadawul, da Arábia Saudita, em 2019, o que lhe rendeu o título de maior IPO do mundo por mais de cinco anos.
Alibaba (BABA)
A empresa chinesa de comércio eletrônico movimentou US$ 21,8 bilhões com a listagem na Nyse, em 2014.
SoftBank Corp
A unidade de telecomunicações do grupo japonês movimentou US$ 21,3 bilhões ao desembarcar na Bolsa de Tóquio em 2018.
NTT Mobile
A maior operadora de telecomunicações do Japão levantou US$ 18,1 bilhões com a estreia na Bolsa de Tóquio, em 1998.
Visa (V)
A bandeira de cartões americana listou as suas ações na Nyse em 2008, movimentando US$ 17,9 bilhões.
AIA Group
O maior grupo de seguros da Ásia levantou US$ 17,8 bilhões ao estrear na Bolsa de Hong Kong, em 2010.
Enel Spa
A multinacional italiana de energia, que é dona de empresas como a Enel Brasil, captou US$ 16,4 bilhões ao listar suas ações na Bolsa de Milão, em 1999.
Meta (M1TA34)
A dona do Facebook abriu o capital na Nasdaq em 2012, movimentando US$ 16 bilhões.
Muitos investidores ainda se chocam ao perceberem no bolso que a renda fixa não é tão fixa como a nomenclatura sugere, sobretudo os investimentos no Tesouro Direto que são sujeitos à marcação a mercado. Ou seja, a depender das condições de mercado, é possível colher lucros atrativos ou amargar prejuízos evitáveis.
Não é segredo que o Tesouro Renda+ 2065 virou o título público queridinho dos investidores de renda fixa mais arrojados, uma vez que as taxas oferecidas ao longo de 2026 estão bem próximas das máximas entre IPCA+ 7% ao ano e IPCA+ 7,50% ao ano. Quando tais rendimentos caírem, o preço unitário tende a se valorizar especialmente.
Em meio ao ciclo de cortes da taxa Selic, muitos investidores de renda fixa acreditavam que não haveria grandes revezes no comportamento das taxas do Tesouro Renda+ 2065, mas foi justamente o que ocorreu em julho de 2026, tanto que o título público acumula perdas de -11,70% na marcação a mercado.
Nos extremos do mês, as taxas do Tesouro Renda+ 2065 saltaram de IPCA+ 7,06% ao ano para até IPCA+ 7,36% ao ano, o que desvalorizou o patrimônio de quem já havia emprestado dinheiro ao governo brasileiro sob condições de juros compostos menores. Por outro lado, novos aportes de dinheiro sob taxas maiores são mais rentáveis.
E não é apenas a renda fixa brasileira que vive um momento de estresse, já que é a desconfiança dos investidores que pressiona as taxas para cima. Os títulos do governo americano (treasuries bonds) também bateram taxas recordes nesta sexta-feira (31), caso do vencimento em 30 anos (ETF UTHY), pagando 5,25% ao ano, o maior patamar desde 2007.
Já os investidores mais conservadores parecem ter levado a melhor em um período de tanta volatilidade nos mercados globais, já que o bom e velho Tesouro Selic 2031 rendeu +1,12% ao mês sem dar grandes dores de cabeça.
Tesouro Prefixado 2029 = +1,15% ao mês
Tesouro Prefixado 2032 = +0,15% ao mês
Tesouro Prefixado com juros semestrais 2037 = -0,82% ao mês
Tesouro Selic 2031 = +1,12% ao mês
Tesouro IPCA+ 2032 = +0,39% ao mês
Tesouro IPCA+ 2040 = -2,92% ao mês
Tesouro IPCA+ 2050 = -6,27% ao mês
Tesouro IPCA+ 2037 (com juros semestrais) = -1,10% ao mês
Tesouro IPCA+ 2045 (com juros semestrais) = -1,79% ao mês
Tesouro IPCA+ 2060 (com juros semestrais) = -2,39% ao mês
Tesouro Renda+ 2030 = -1,85% ao mês
Tesouro Renda+ 2035 = -3,72% ao mês
Tesouro Renda+ 2040 = -5,08% ao mês
Tesouro Renda+ 2045 = -6,40% ao mês
Tesouro Renda+ 2050 = -7,44% ao mês
Tesouro Renda+ 2055 = -8,37% ao mês
Tesouro Renda+ 2060 = -9,90% ao mês
Tesouro Renda+ 2065 = 11,70% ao mês
Tesouro Educa+ 2027 = +1,02% ao mês
Tesouro Educa+ 2028 = +0,90% ao mês
Tesouro Educa+ 2029 = +0,64% ao mês
Tesouro Educa+ 2030 = +0,19% ao mês
Tesouro Educa+ 2031 = -0,35% ao mês
Tesouro Educa+ 2032 = -0,93% ao mês
Tesouro Educa+ 2033 = -0,55% ao mês
Tesouro Educa+ 2034 = -1,99% ao mês
Tesouro Educa+ 2035 = -2,27% ao mês
Tesouro Educa+ 2036 = -2,54% ao mês
Tesouro Educa+ 2037 = -2,71% ao mês
Tesouro Educa+ 2038 = -2,85% ao mês
Tesouro Educa+ 2039 = -3,10% ao mês
Tesouro Educa+ 2040 = -3,50% ao mês
Tesouro Educa+ 2041 = -3,77% ao mês
Tesouro Educa+ 2042 = -4,03% ao mês
Tesouro Educa+ 2043 = -4,29% ao mês
Tesouro Educa+ 2044 = -4,55% ao mês
A fortuna de Mark Zuckerberg, CEO da Meta, encolheu US$ 15,8 bilhões na manhã desta sexta-feira (31), segundo o ranking em tempo real da Forbes.
A queda é reflexo da reação negativa do mercado ao aumento dos gastos da Meta com inteligência artificial, anunciado junto ao balanço trimestral da empresa nesta semana.
Zuckerberg tem fortuna estimada de US$ 186,7 bilhões e ocupa a sexta posição entre as pessoas mais ricas do mundo, à frente de Jensen Huang,
CEO da Nvidia, com US$ 172,6 bilhões, e atrás de Michael Dell, com US$ 237,3 bilhões. Elon Musk ocupa o topo do ranking, com riqueza de US$ 713,2 bilhões.
Na véspera, a fortuna do CEO da Meta chegou a cair US$ 17,8 bilhões após o forte recuo das ações da empresa, segundo a Forbes.
A desvalorização ocorreu após a Meta elevar sua previsão de gastos para este ano e, ao mesmo tempo, evitar apresentar uma estimativa de investimentos para 2027.
O aumento dos gastos desagradou parte dos analistas. Nat Schindler, do Scotiabank, reduziu o preço-alvo das ações da Meta de US$ 700 para US$ 600, informou a Forbes.
Segundo ele, enquanto a empresa não demonstrar que consegue transformar seus investimentos em inteligência artificial em receita, deveria priorizar a geração consistente de fluxo de caixa livre, em vez de focar na dimensão de sua aposta em IA.
A Wedbush Securities também cortou seu preço-alvo para a Meta, de US$ 671 para US$ 595, argumentando que os investidores devem avaliar com mais rigor se os elevados investimentos da companhia gerarão retorno.
Outras instituições também revisaram suas projeções para baixo, entre elas Evercore ISI (redução de US$ 110), Wolfe Research (US$ 100), Goldman Sachs (US$ 90) e Cantor Fitzgerald (US$ 90).
A Itaúsa (ITSA4) informou que a Aegea Saneamento aprovou um aumento de capital entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2,1 bilhões, movimento que poderá levar a holding a investir até R$ 1,5 bilhão na companhia.
Caso exerça integralmente seus direitos, a participação acionária da Itaúsa na Aegea poderá subir dos atuais 13,27% para até 15,43%, reforçando sua presença na empresa de saneamento, diz comunicado.
A operação foi aprovada em assembleia geral da Aegea realizada nessa terça-feira (28) e prevê a emissão de novas ações ordinárias ao preço de R$ 55,29 por papel.
O valor total da capitalização ficará entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2,1 bilhões, conforme comunicado divulgado pela companhia.
De acordo com a Itaúsa, o montante efetivamente desembolsado dependerá da forma como os demais acionistas exercerão seus direitos de subscrição.
Dentro do prazo de 30 dias, a holding poderá investir entre R$ 730 milhões e R$ 1,5 bilhão, o que elevaria sua fatia no capital total da Aegea para um intervalo entre 14,01% e 15,43%.
Além da capitalização, a Itaúsa anunciou a assinatura de um Acordo de Capitalização e Ajuste de Participação Acionária com a Aegea. Segundo a companhia, o mecanismo foi estruturado para
proteger o retorno do investimento por meio do aumento de sua participação acionária na investida.
O acordo poderá ser aplicado tanto à capitalização aprovada agora quanto às operações divulgadas pela Itaúsa em comunicado ao mercado de 9 de fevereiro de 2026, principalmente em função de uma eventual IPO (oferta pública inicial) da Aegea,
observados os prazos e condições estabelecidos entre as partes.
No fato relevante, a Itaúsa afirma que a ampliação de sua participação na Aegea está alinhada à estratégia de alocação eficiente de capital da companhia.
Segundo a holding, a iniciativa reforça o compromisso com a geração de valor para acionistas, empresas investidas e para a sociedade.
Vale citar que a Itaúsa encerrou o 1T26 (primeiro trimestre de 2026) com lucro líquido recorrente de R$ 4,5 bilhões, resultado que representa alta de 17% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
O desempenho foi impulsionado principalmente pela evolução operacional das empresas investidas e pelo avanço dos resultados recorrentes do conglomerado.
A moeda oficial do Japão se valorizou repentinamente +3% ante o dólar americano nesta quinta-feira (30), alcançando o patamar de ¥ 158,34.
Embora o investidor brasileiro esteja geograficamente bem distante do mercado japonês, a nossa bolsa de valores está sujeita ao desmonte do "carry trade" nipônico.
Vale contextualizar que o iene japonês até pouco negociava em seu menor patamar perante o dólar nos últimos 40 anos, mas faz parte da política monetária
do Banco do Japão (BoJ) intervir no mercado de câmbio, fortalecendo a moeda do país e provocando mudanças no fluxo de dinheiro que irradia as bolsas de valores globais.
Talvez você já tenha até ouvido falar sobre o "carry trade", estratégia sofisticada usada por grandes investidores que se aproveitaram por décadas do custo zero de se endividar na moeda japonesa
e depois investir recursos em mercados mais rentáveis ao redor do mundo, inclusive no Brasil, conhecido como a terra da renda fixa e por suas empresas exportadoras de commodities.
Todavia, o Banco do Japão abandonou sua política de juros negativos e viu os rendimentos de seus títulos públicos alcançarem máximas que não eram vistas há duas gerações, o que tornou os empréstimos em ienes muito mais caros para se pagar.
O governo pró-mercado da premiê Sanae Takaichi já tem surtido efeitos na Bolsa de Tóquio e as cotas do ETF EWJ subiam em torno de +4,5% hoje.
Para cobrir as perdas com o iene japonês, os grandes fundos de investimento globais costumam vender ativos rentáveis ao redor do mundo de forma precipitada (ações, criptoativos, commodities e títulos públicos),
gerando volatilidade e quedas generalizadas nas bolsas internacionais.
A própria B3 (B3SA3) já tem registrado quedas relevantes no fluxo de dinheiro estrangeiro em 2026,
uma vez que os mercados emergentes, como o Brasil, tendem a ser evitados com o desmonte do carry trade japonês, coincidindo com o momento de volatilidade do Ibovespa.
O Brescia, um dos clubes mais tradicionais do futebol italiano e responsável por revelar nomes como Andrea Pirlo e Sandro Tonali, teve a liquidação judicial decretada pelo Tribunal de Brescia, encerrando uma história de 114 anos.
A decisão confirma o desaparecimento da equipe do futebol profissional após uma grave crise financeira que levou ao acúmulo de uma dívida próxima de € 20 milhões.
Os juízes concluíram que o clube se encontrava em um "claro estado de insolvência" e rejeitaram as tentativas de reestruturação apresentadas pela diretoria. Segundo o tribunal, as propostas não eram suficientes para garantir a continuidade das atividades nem para assegurar o pagamento aos credores.
O processo de deterioração financeira do Brescia ganhou força há cerca de um ano e meio, quando vieram à tona irregularidades no pagamento de salários e contribuições trabalhistas.
As infrações resultaram em punições esportivas, incluindo a perda de oito pontos e o rebaixamento da equipe. A situação se agravou quando o clube não conseguiu cumprir os requisitos para se inscrever na Serie C, perdendo a licença federativa e ficando fora do futebol profissional italiano.
Ao longo de sua história, o Brescia revelou ou recebeu alguns dos principais personagens do futebol italiano e mundial.
Foi no clube que Andrea Pirlo iniciou sua trajetória antes de se tornar campeão do mundo com a Itália. Décadas depois, Sandro Tonali também surgiu nas categorias de base da equipe.
O Brescia ainda marcou a reta final da carreira de Roberto Baggio, um dos maiores ídolos da seleção italiana, e contou com Pep Guardiola como jogador entre 2001 e 2003, antes de o espanhol construir uma das carreiras mais vitoriosas da história como treinador.
Após a sentença, o proprietário do clube, Massimo Cellino, criticou a decisão da Justiça italiana e classificou o desfecho como um castigo.
"É simplesmente um castigo. Não pensei que a amargura pudesse prevalecer sobre a razão", afirmou.
O dirigente também lamentou o impacto financeiro da liquidação para os credores, afirmando que eles deixarão de receber mais de € 5 milhões.
Você consegue imaginar um clube recusando uma proposta que pode chegar a quase 300 milhões de reais por um único jogador? Pois foi exatamente isso que aconteceu no futebol francês. O Monaco surpreendeu o mercado ao dizer "não" para a terceira investida do Paris Saint-Germain por Maghnes Akliouche, um dos jogadores mais promissores da França.
E o que torna essa história ainda mais interessante é que essa decisão acontece justamente no início de um novo projeto comandado pelo técnico brasileiro Filipe Luís. Enquanto muita gente imaginava que o Monaco venderia seus principais talentos para fazer caixa, a diretoria mostrou que não pretende abrir mão de um de seus jogadores mais importantes por qualquer valor.
Mas afinal, por que o PSG está tão interessado em Akliouche? Por que o Monaco recusou uma oferta tão alta? Será que o negócio ainda pode acontecer? E o que isso significa para o futuro de Filipe Luís no comando da equipe?
É exatamente isso que você vai descobrir neste vídeo.
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Vamos aos fatos.
Nas últimas horas, o jornal francês L'Équipe revelou que o Paris Saint-Germain apresentou uma nova proposta oficial para contratar Maghnes Akliouche. A oferta foi de 45 milhões de euros fixos, com mais 5 milhões de euros em bônus, dependendo do cumprimento de metas esportivas. Na cotação atual, a negociação poderia chegar perto de 50 milhões de euros, algo próximo de R$ 290 milhões.
Mesmo diante de um valor gigantesco, a resposta do Monaco foi imediata: proposta recusada.
E essa não foi a primeira tentativa.
Na verdade, essa já é a terceira oferta apresentada pelo PSG durante esta janela de transferências. Apesar disso, o Monaco continua mantendo a mesma postura: Akliouche só será vendido se a proposta atingir o valor que o clube considera justo.
Essa decisão mostra que o Monaco não pretende negociar pressionado, mesmo sabendo que o jogador desperta interesse de um dos clubes mais ricos do mundo.
O PSG, por sua vez, vive um momento de reconstrução do elenco.
Depois de conquistar títulos importantes nas últimas temporadas, a diretoria parisiense busca renovar a equipe com jogadores franceses jovens, técnicos e capazes de permanecer muitos anos no clube.
É exatamente nesse perfil que Akliouche se encaixa.
Aos 24 anos, o meia-atacante é considerado um dos talentos mais completos do futebol francês. Sua capacidade de atuar aberto pelas pontas, como meia ofensivo ou até mais centralizado faz dele uma peça extremamente versátil.
Além disso, ele possui ótima visão de jogo, excelente controle de bola, facilidade para criar oportunidades e personalidade para decidir partidas importantes.
Não é por acaso que o PSG insiste tanto na contratação.
O clube acredita que Akliouche pode ser uma peça importante para os próximos anos e vê a negociação como um investimento de longo prazo.
Do outro lado está o Monaco.
Tradicionalmente conhecido por revelar grandes jogadores, o clube já negociou nomes como Mbappé, Tchouaméni, Bernardo Silva, Fabinho, James Rodríguez e tantos outros por valores milionários.
Por isso, quando o Monaco define um preço para um atleta, normalmente mantém essa posição até o fim das negociações.
Segundo as informações divulgadas pela imprensa francesa, a diretoria entende que a proposta apresentada pelo PSG ainda está abaixo da valorização do jogador.
Isso explica por que, mesmo diante de quase trezentos milhões de reais, a resposta foi negativa.
Outro fator importante envolve o momento vivido pelo clube.
Nesta temporada, Filipe Luís iniciou oficialmente seu trabalho como treinador do Monaco.
Depois de construir uma carreira vitoriosa como jogador, principalmente no Atlético de Madrid, Chelsea e Flamengo, o brasileiro agora tenta consolidar sua trajetória como técnico no futebol europeu.
E qualquer treinador que inicia um novo projeto deseja manter seus melhores jogadores.
Perder um atleta do nível de Akliouche poucos dias antes do início da temporada significaria reconstruir parte importante do setor ofensivo.
Mesmo que o Monaco utilize parte do dinheiro para contratar reforços, substituir um jogador já adaptado ao clube nunca é uma tarefa simples.
Por isso, existe um equilíbrio delicado entre o aspecto financeiro e o esportivo.
Enquanto a diretoria analisa propostas milionárias, Filipe Luís precisa montar uma equipe competitiva para enfrentar PSG, Marseille, Lille, Nice e os demais adversários da Ligue 1.
A situação fica ainda mais interessante porque o PSG não parece disposto a desistir facilmente.
Segundo veículos franceses, existe confiança dentro do clube parisiense de que um acordo ainda possa acontecer antes do fechamento da janela de transferências.
Isso significa que novas conversas devem acontecer nos próximos dias.
A grande dúvida é simples: o PSG aumentará a oferta?
Ou será que o Monaco continuará dizendo não até receber exatamente o valor que deseja?
Essa resposta pode movimentar todo o mercado europeu nas próximas semanas.
E existe outro detalhe importante.
Akliouche possui contrato longo com o Monaco, válido até 2028.
Isso fortalece completamente a posição do clube nas negociações.
Sem pressão contratual, a diretoria pode esperar pela melhor proposta possível.
Diferentemente de atletas que estão próximos do fim do vínculo, o Monaco não precisa vender rapidamente.
Essa é justamente a principal vantagem da equipe neste momento.
Enquanto isso, o mercado acompanha cada novo capítulo dessa negociação, que já se tornou uma das maiores novelas desta janela europeia.
E o mais curioso é que essa história ainda está longe de terminar.