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terça-feira, 21 de abril de 2020
Ludicidade - [3] Terceira etapa - Furto do lúdico
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Ludicidade - [3] Terceira etapa - Furto do lúdico
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Professora Angela Bretas - Realizado em 2011/1
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Por: Lino Carvalho - Face:Lino.Ufrj - Insta: @Linosfit - @UoLinosFit - CariocaLino
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Pessoal estou descartando todos meus impressos da faculdade de Educação Fìsica (UFRJ / EEFD), para não perder todo esse conteúdo que há muito tempo me serve como base, estou transcrevendo aqui no meu blog e espero lhe ajudar de alguma maneira
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FURTO DO LÚDICO
Dinâmica lúdica: novos olhares ➖ De Gisele Maria Schwartz - 2004
Pág 58 - DINÂMICA LÚDICA
Crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos de qualquer cor, etnia, sexo, núvel socioeconômico, localização geogrática se expressam e manifestam-se ludicamente, segundo suas características e particularidades historicamente situadas. No caso da infância, fase da vida claramente permeada pelo lúdico da descoberta, curiosidade, imaginação, aprendizagem, criação e produção de cultura e conecimento, percebemos uma certa tendência dos adultos em "roubar" esse momento inerente ao mundo infantil e fundamentais para o processo de desenvolvimento pessoal e social, de construção de identidade diante do outro e do mundo.
Em Pedagogia da animação, Marcellino (1990) cita dois fatores que provocariam o furto do lúdico da vida da criança brasileira. Primeiramente, o autor apresenta a visão utilitarista da sociedade diante da infância apontando as relações da ausência lúdica com a preparação apara o futuro nessa fase da vida. Sob essa perspectiva, Marcellino (1990:60) considera que | a única aspiração possível à criança é tornar-se adulta. Todos os esforços, até mesmo no que diz respeito aos conteúdos que poderiam ser vivenciados ludicamente, como a prática esportiva, por exemplo, são dirigidos a preparar o terreno para o futuro "produto final", a ser exibido no mercado profissional, ou nas gôndolas do supermercado de personalidades. |
Em seguida, o autor apresenta o trabalho infantil como um segundo fator que provocaria o furto do lúdico da vida da criança. Infelizmente, grande parte da população infantil brasileira tem necesssidade de trabalhar para audar no roçamento familiar. Diariamente, milhares de crianças se ocupam em trabalhos extenuantes, imprimindo em seus corpos o cansaço e a evidência das desigualdades sociais.
Ao refletir sobre as experiências lúdicas no cotidiano de crianças de classe popular, de moradores e moradoras de uma favela, Debortoli (1997) perceber que essas se mostram bastante amplas, mesmo sem alternar as durezas de seu cotidiano, pois a brincadeira se torna divertimento inventado, momentos em ue fazem valer qualquer material e espaço disponível para criar alguma coisa gostosa de se fazer. Nesse sentido, percebemos que os direitos das crianças em relação à vivencia lúdica são ameaçados pela precoce "maturidade" que acabam necessitando assumir, seja trabalhando, seja cuidando da casa, de irmãos mais novos. Os sonhos, os desejos e a alegria deveriam ser amplamente compreendidos como expressões inerentes e próprias do mundo infantil, e não como meros momentos extraídos de um cotidiano cada vez mais adulto.
Por outro lado, crianças e adolescentes de classes sociais favorecidas economicamente também apresentam um cotidiano cercado por tarefas, as quais, nem sempre, representam escolhas próprias. Visando a preparação para o mundo do trabalho, são inseridas em curso que podem facilitar o acesso à futura profissão. Assim, o tempo da infância e adolescência deve ser "aproveitado" em nome de um futuro sujeito que, muitas vezes, ainda não o é considerado. Nesse sentido, brincadeira, festa e diversão são vistos como tempo não sério, abstrato de significados e contribuições para formação humana.
Com isso, notamos que o mundo das obrigações se faz presente na vida das rianças, sejam elas de classe sociais menos favorecidas ou não e, muitas vezes, a própria escola contribui para isso, ao tratar exclusivamente de uma educação para e pelos deveres, preocupando-se em ocupar o tempo dos alunos com tarefas "sérias" e "úteis" a sua formação.
A experiência lúdica propiciar nos espaços relacionados a atividades obrigatórias, como no trabalho, na escola, com festas, festivais, atividades físicas e esportivas, apresentações de teatro, shows, pode assumir perspectivas funcionalistas e utilitarista visando o bem-estar, o contentamento, a diversão das pessoas para que a produção continue ou atinja melhores desempenhos. Por outro lado, essas mesmas oportunidades de manifestações lúdicas podem constituir propostas que despertem para o questionamento, o conhecimento, a criação e a recriação cultural, visando o bem-estar, a alegria ou a diversão crítica e criativamente - com vivências que busquem diferentes maneiras de compreender o mundo, de questioná-lo, de conhecer e reconhecer a própria personalidade, perceber e relacionar-se com o outro, enfim experiências que despertem para formar mais humanas e sensíveis de viver e conviver. É nesse sentido que pretendo desvelar as possibilidades de inserção do lúdico nos caminhos do enino, da aprendizagem e da convivência próprios do contexto escolar.
Ludicidade - [2] Segunda etapa
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Ludicidade - [2] Segunda etapa - Aprender Brincando: O Lúdico na Aprendizagem
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Professora Angela Bretas - Realizado em 2011/1
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Aprender Brincando: O Lúdico na Aprendizagem
O presente estudo teve como objetivo analisar a relação do ludico como facilitador da aprendizagem na sala de aula. Para alcançarmos tais objetivos e conseguirmos as informações e dados necessários, foi utilizado um questionário semi-estruturado, que foram aplicados em 26 professores que lecionam da 1ª a 4ª série. Foi possível mostrar o quanto o “lúdico” pode ser um instrumento indispensável na aprendizagem, no desenvolvimento e na vida das crianças, tornar evidente que os professores e futuros professores devem e precisam tomar consciência disso, saber se os professores atuantes têm conhecimento de alguns conceitos, como o “lúdico” e a “brinquedoteca” e muitas outras questões sobre a relação do brincar com a aprendizagem e o desenvolvimento da criança. A partir disso, mostraremos a importância do “lúdico” e como ele, os jogos, os brinquedos e as brincadeiras podem ser importantes para o desenvolvimento e para a aprendizagem das crianças. De acordo com os dados obtidos, constatamos que o lúdico exerce um papel importante na aprendizagem das crianças, onde 96,1% dos professores responderam que é possível reunir dentro da mesma situação o brincar e o educar. Identificamos que 76,92% dos professores possuem conhecimentos acerca do tema. A partir do exposto concluiu que a maioria dos professores “obtém” certo conhecimento sobre o tema, porém observamos a necessidade tanto nas escolas públicas quanto provadas, uma maior conscientização no sentido de desmistificar o papel do “brincar”, que não é apenas um mero passatempo, mas sim objeto de grande valia na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças.
INTRODUÇÃO
Este trabalho visa relatar os dados obtidos através da realização de uma pesquisa sobre o tema Aprender brincando: o lúdico na aprendizagem, que foi realizada com vinte e seis professores, de ambos os sexos, sendo dois do sexo masculino e vinte e quatro do sexo feminino, em escolas particulares e públicas, com o objetivo de coletar dados a respeito da importância do lúdico como facilitador da aprendizagem.
A ludicidade é assunto que tem conquistado espaço no panorama nacional, principalmente na educação infantil, por ser o brinquedo a essência da infância e seu uso permitirem um trabalho pedagógico que possibilita a produção do conhecimento, da aprendizagem e do desenvolvimento.
Independentemente de época, cultura e classe social, os jogos e brinquedos fazem parte da vida da criança, pois elas vivem em um mundo de fantasia, de encantamento, de alegria, de sonhos onde a realidade e o faz-de-conta se confundem, apesar de a história de antigas civilizações mostrar o contrário, fazendo o brincar se transformar em pecado.
Nas sociedades de mudanças aceleradas em que vivemos, somos sempre levados a adquirir competências novas, pois é o individuo a unidade básica de mudança. A utilização de brincadeiras e jogos no processo pedagógico faz despertar o gosto pela vida e leva as crianças a enfrentarem os desafios que lhe surgirem. Esta pesquisa irá mostrar o quanto o “lúdico” pode ser um instrumento indispensável na aprendizagem, no desenvolvimento e na vida das crianças, tornar evidente que os professores e futuros professores devem e precisam tomar consciência disso, saber se os professores atuantes têm conhecimento de alguns conceitos, como o “lúdico” e a “brinquedoteca” e muitas outras questões sobre a relação do brincar com a aprendizagem e o desenvolvimento da criança.
A escolha do tema justifica-se pelo fato de que os resultados da educação, apesar de todos os seus projetos, continuam insatisfatórios, percebendo-se a necessidade de mudanças no âmbito educacional. Nesse sentido o lúdico pode contribuir de forma significativa para o desenvolvimento do ser humano, seja ele de qualquer idade, auxiliando não só na aprendizagem, mas também no desenvolvimento social, pessoal e cultural, facilitando no processo de socialização, comunicação, expressão e construção do pensamento. Vale ressaltar, porém, que o lúdico não é a única alternativa para a melhoria no intercambio ensino-aprendizagem, mas é uma ponte que auxilia na melhoria dos resultados por parte dos educadores interessados em promover mudanças.
A partir disso, vamos tornar evidente a importância do “lúdico” e como ele, os jogos, os brinquedos e as brincadeiras podem ser importantes para o desenvolvimento e para a aprendizagem das crianças.
I APRENDER BRINCANDO: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM
Neste trabalho iremos explanar algumas definições importantes acerca do jogo no processo de aprendizagem, diferenciar o jogo, da brincadeira e do brinquedo, mostrando sua importância, e discorrer sobre a importância do lúdico no processo de ensino-aprendizagem.
1.1 O jogo no processo de aprendizagem
O brincar e o jogar são atos indispensáveis à saúde física, emocional e intelectual e sempre estiveram presentes em qualquer povo desde os mais remotos tempo. Através deles, a criança desenvolvem a linguagem, o pensamento, a socialização, a iniciativa e a auto-estima, preparando-se para ser um cidadão capaz de enfrentar desafios e participar na construção de um mundo melhor. O jogo, nas suas diversas formas, auxilia no processo ensino-aprendizagem, tanto no desenvolvimento psicomotor, isto é, no desenvolvimento da motricidade fina e ampla, bem como no desenvolvimento de habilidades do pensamento, como a imaginação, a interpretação, a tomada de decisão, a criatividade, o levantamento de hipóteses, a obtenção e organização de dados e a aplicação dos fatos e dos princípios a novas situações que, por sua vez, acontecem quando jogamos, quando obedecemos a regras, quando vivenciamos conflitos numa competição, etc. (CAMPOS)
Segundo PIAGET (1967)citado por , “o jogo não pode ser visto apenas como divertimento ou brincadeira para desgastar energia, pois ele favorece o desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo e moral”. Através dele se processa a construção de conhecimento, principalmente nos períodos sensório-motor e pré-operatório. Agindo sobre os objetos, as crianças, desde pequenas, estruturam seu espaço e seu tempo, desenvolvendo a noção de casualidade, chegando à representação e, finalmente, à lógica. As crianças ficam mais motivadas para usar a inteligência, pois querem jogar bem, esforçam-se para superar obstáculos tanto cognitivos como emocionais.
O jogo não é simplesmente um “passatempo” para distrair os alunos, ao contrário, corresponde a uma profunda exigência do organismo e ocupa lugar de extraordinária importância na educação escolar. Estimula o crescimento e o desenvolvimento, a coordenação muscular, as faculdades intelectuais, a iniciativa individual, favorecendo o advento e o progresso da palavra. Estimula a observar e conhecer as pessoas e as coisas do ambiente em que se vive. Através do jogo o indivíduo pode brincar naturalmente, testar hipóteses, explorar toda a sua espontaneidade criativa. O jogo é essencial para que a criança manifeste sua criatividade, utilizando suas potencialidades de maneira integral. É somente sendo criativo que a criança descobre seu próprio eu (TEZANI, 2004).
O jogo é mais importante das atividades da infância, pois a criança necessita brincar, jogar, criar e inventar para manter seu equilíbrio com o mundo. A importância da inserção e utilização dos brinquedos, jogos e brincadeiras na prática pedagógica é uma realidade que se impõe ao professor. Brinquedos não devem ser explorados só para lazer, mas também como elementos bastantes enriquecedores para promover a aprendizagem. Através dos jogos e brincadeiras, o educando encontra apoio para superar suas dificuldades de aprendizagem, melhorando o seu relacionamento com o mundo. Os professores precisam estar cientes de que a brincadeira é necessária e que traz enormes contribuições para o desenvolvimento da habilidade de aprender e pensar. (CAMPOS)
1.2 Brinquedo, brincadeira e jogo
Em todos os tempos, para todos os povos, os brinquedos evocam as mais sublimes lembranças. São objetos mágicos, que vão passando de geração a geração, com um incrível poder de encantar crianças e adultos. (VELASCO, 1996)
Diferindo do jogo, o brinquedo supõe uma relação intima com a criança e uma indeterminação quanto ao uso, ou seja, a ausência de um sistema de regras que organizam sua utilização. (KISHIMOTO, 1994)
O brinquedo contém sempre uma referência ao tempo de infância do adulto com representações vinculadas pela memória e imaginações. O vocábulo “brinquedo” não pode ser reduzido à pluralidade de sentidos do jogo, pois conota a criança e tem uma dimensão material, cultural e técnica. Enquanto objeto, é sempre suporte de brincadeira.
O brinquedo é a oportunidade de desenvolvimento. Brincando, a criança experimenta, descobre, inventa, aprende e confere habilidades. Além de estimular a curiosidade, a autoconfiança e a autonomia, proporcionam o desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da concentração e da atenção.
O brinquedo traduz o real para a realidade infantil. Suaviza o impacto provocado pelo tamanho e pela força dos adultos, diminuindo o sentimento de impotência da criança. Brincando, sua inteligência e sua sensibilidade estão sendo desenvolvidas. A qualidade de oportunidade que estão sendo oferecidas à criança através de brincadeiras e de brinquedos garante que suas potencialidades e sua afetividade se harmonizem.
Para Vygotsky (1994) citado por OLIVEIRA, DIAS, ROAZZI (2003), o prazer não pode ser considerado a característica definidora do brinquedo, como muitos pensam. O brinquedo na verdade, preenche necessidades, entendendo-se estas necessidades como motivos que impelem a criança à ação. São exatamente estas necessidades que fazem a criança avançar em seu desenvolvimento.
A brincadeira é alguma forma de divertimento típico da infância, isto é, uma atividade natural da criança, que não implica em compromissos, planejamento e seriedade e que envolve comportamentos espontâneos e geradores de prazer. Brincando a criança se diverte, faz exercícios, constrói seu conhecimento e aprende a conviver com seus amiguinhos.
A brincadeira transmitida à criança através de seus próprios familiares, de forma expressiva, de uma geração a outra, ou pode ser aprendida pela criança de forma espontânea (MALUF,2003).
É a ação que a criança desempenha ao concretizar as regras de jogo, ao mergulhar na ação lúdica. Pode-se dizer que é o lúdico em ação. Dessa forma brinquedo e brincadeira relacionam-se diretamente com a criança e não se confundem com o jogo (KISHMOTO, 1994).
Para a criança, a brincadeira gira em torno da espontaneidade e da imaginação. Não depende de regras, de formas rigidamente estruturadas. Para surgir basta uma bola, um espaço para correr ou um risco no chão (VELASCO, 1996).
Segundo VYGOTSKY, a brincadeira possui três características: a imaginação, a imitação e a regra. Elas estão presentes em todos os tipos de brincadeiras infantis, tanto nas tradicionais, naquelas de faz-de-conta, como ainda nas que exigem regras (BERTOLDO, RUSCHEL).
A brincadeira não é um mero passatempo, ela ajuda no desenvolvimento das crianças, promovendo processos de socialização e descoberta do mundo (MALUF, 2003).
O jogo pode ser visto como: resultado de um sistema lingüístico que funciona dentro de um contexto social; um sistema de regras e um objeto.
No primeiro caso, o sentido do jogo depende da linguagem de cada contexto social. Enquanto fato social, o jogo assume a imagem, o sentido que cada sociedade lhe atribui. É este aspecto que nos mostra porque, dependendo do lugar e da época, os jogos assumem significações distintas.
No segundo caso, um sistema de regras permite identificar, em qualquer jogo, uma estrutura seqüencial que especifica sua modalidade. Tais estruturas seqüenciais de regras permitem diferenciar cada jogo, ou seja, quando alguém joga, esta executando as regras do jogo e, ao mesmo tempo, desenvolvendo uma atividade lúdica. O terceiro sentido refere-se ao jogo enquanto objeto.
Os três aspectos citados permitem uma primeira compreensão do jogo, diferenciando significados atribuídos por culturas diferentes, pelas regras e objetos que o caracterizam.
Através do jogo a criança: libera e canaliza suas energias; tem o poder de transformar uma realidade difícil; propicia condições de liberação da fantasia; é uma grande fonte de prazer. O jogo é, por excelência, integrador, há sempre um caráter de novidade, o que é fundamental para despertar o interesse da criança, e à medida em que joga ela vai conhecendo melhor, construindo interiormente o seu mundo. Esta atividade é um dos meios propícios à construção do conhecimento.
1.3 A importância do lúdico na aprendizagem
O lúdico tem sua origem na palavra latina "ludus" que quer dizer "jogo”. Se se achasse confinado a sua origem, o termo lúdico estaria se referindo apenas ao jogar, ao brincar, ao movimento espontâneo. O lúdico passou a ser reconhecido como traço essencial de psicofisiologia do comportamento humano. De modo que a definição deixou de ser o simples sinônimo de jogo. As implicações da necessidade lúdica extrapolaram as demarcações do brincar espontâneo. (ALMEIDA)
O Lúdico apresenta valores específicos para todas as fases da vida humana. Assim, na idade infantil e na adolescência a finalidade é essencialmente pedagógica. A criança e mesmo o jovem opõe uma resistência à escola e ao ensino, porque acima de tudo ela não é lúdica, não é prazerosa. (NEVES)
Segundo PIAGET, o desenvolvimento da criança acontece através do lúdico. Ela precisa brincar para crescer, precisa do jogo como forma de equilibração com o mundo (BARROS).
Para VITAL DIDONET “é uma verdade que o brinquedo é apenas um suporte do jogo, do brincar, e que é possível brincar com a imaginação. Mas é verdade, também, que sem o brinquedo é muito mais difícil realizar a atividade lúdica, porque é ele que permite simular situações”. (BERTOLDO, RUSCHEL)
A ludicidade, tão importante para a saúde mental do ser humano é um espaço que merece atenção dos pais e educadores, pois é o espaço para expressão mais genuína do ser, é o espaço e o direito de toda a criança para o exercício da relação afetiva com o mundo, com as pessoas e com os objetos.
O lúdico possibilita o estudo da relação da criança com o mundo externo, integrando estudos específicos sobre a importância do lúdico na formação da personalidade. Através da atividade lúdica e do jogo, a criança forma conceitos, seleciona idéias, estabelece relações lógicas, integra percepções, faz estimativas compatíveis com o crescimento físico e desenvolvimento e, o que é mais importante, vai se socializando.
A convivência de forma lúdica e prazerosa com a aprendizagem proporcionará a criança estabelecer relações cognitivas às experiências vivenciadas, bem como relacioná-la as demais produções culturais e simbólicas conforme procedimentos metodológicos compatíveis a essa prática.
De acordo com Nunes, a ludicidade é uma atividade que tem valor educacional intrínseco, mas além desse valor, que lhe é inerente, ela tem sido utilizada como recurso pedagógico. Segundo Teixeira 1995 (apud NUNES), várias são as razões que levam os educadores a recorrer às atividades lúdicas e a utilizá-las como um recurso no processo de ensino-aprendizagem:
• As atividades lúdicas correspondem a um impulso natural da criança, e neste sentido, satisfazem uma necessidade interior, pois o ser humano apresenta uma tendência lúdica;
• O lúdico apresenta dois elementos que o caracterizam: o prazer e o esforço espontâneo.
Ele é considerado prazeroso, devido a sua capacidade de absorver o indivíduo de forma intensa e total, criando um clima de entusiasmo. É este aspecto de envolvimento emocional que o torna uma atividade com forte teor motivacional, capaz de gerar um estado de vibração e euforia. Em virtude desta atmosfera de prazer dentro da qual se desenrola, a ludicidade é portadora de um interesse intrínseco, canalizando as energias no sentido de um esforço total para consecução de seu objetivo. Portanto, as atividades lúdicas são excitantes, mas também requerem um esforço voluntário;
• As situações lúdicas mobilizam esquemas mentais. Sendo uma atividade física e mental, a ludicidade aciona e ativa as funções psico-neurológicas e as operações mentais, estimulando o pensamento.
Em geral, o elemento que separa um jogo pedagógico de um outro de caráter apenas lúdico é este: desenvolve-se o jogo pedagógico com a intenção de provocar aprendizagem significativa, estimular a construção de novo conhecimento e principalmente despertar o desenvolvimento de uma habilidade operatória, ou seja, o desenvolvimento de uma aptidão ou capacidade cognitiva e apreciativa específica que possibilita a compreensão e a intervenção do indivíduo nos fenômenos sociais e culturais e que o ajude a construir conexões. (NUNES)
II MATERIAL E METODOS
2.1 População e Amostra
A pesquisa foi realizada com a participação 26 professores que lecionam da 1ª a 4ª série, de três escolas particulares e três escolas públicas, onde foram entrevistados, 17 professores de escolas particulares, e 9 professores de escolas públicas do município de João Pessoa, de ambos os sexos, com idade variando entre 19 e 52 anos.
2.2 Instrumento
Para alcançarmos os objetivos da pesquisa, e conseguirmos as informações e dados necessários, será indispensável à utilização de alguns procedimentos, que são a consulta bibliográfica, pois precisamos obter embasamento teórico a fim de nos aprofundarmos sobre o tema escolhido, e a aplicação de questionários semi-estruturados, contendo quatro questões subjetivas e cinco questões objetivas. Para que assim possamos obter a opinião, e averiguar o nível de conhecimento sobre o assunto abordado, dos professores atuantes no campo de trabalho relacionado à educação infantil.
2.3 Local da Pesquisa
A pesquisa foi realizada em três escolas públicas e três escolas particulares da cidade de João Pessoa.
III ANALISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
Utilizamos como instrumento de pesquisa um questionário, para a obtenção dos dados, contendo questões objetivas e subjetivas, contemplando aspectos como a importância do lúdico, o que os professores utilizam em sala de aula, e se os mesmos acreditam no significado do aprender brincando. Os dados foram elaborados através do programa Microsoft Word. Onde obtivemos os dados abaixo citados:
Utilizando como conceito de lúdico como sendo: “A palavra lúdico vem do latim ludus e significa brincar. Neste brincar estão incluídos os jogos, brinquedos e divertimento e é relativa também à conduta daquele que joga, brinca e que se diverte”.
Pode-se observar que dos 26 entrevistados 76,92% responderam que o lúdico está relacionado com o jogo, brinquedo ou brincadeira; 11,53% das respostas foram consideradas não significativas de acordo com os autores aqui citados a respeito do que seria o lúdico; 7,69% responderam que o lúdico está relacionado com o diferenciamento entre cores e formas e 3,84% relacionaram o lúdico com a criatividade e a imaginação.
De acordo com as respostas obtidas, foi possível observar que 88,4% dos entrevistados responderam que Sim, que existe um espaço determinado para a utilização de brincadeiras, e 11,6% disserem que Não existe espaço.
Das vinte e seis pessoas, 84,6% responderam que as brincadeiras mais freqüentes na escola são os jogos educativos, que incluem massinha de modelar, ábaco, dominó, dama, jogos matemáticos, quebra-cabeça e jogos de memória. 34,6% citaram artes, 30,7% disseram amarelinha; 26,9% Educação física e 23,07% citaram Música.
Utilizamos como conceito de brincadeira para melhor relacionar as respostas, como sendo “A brincadeira é alguma forma de divertimento típico da infância, isto é, uma atividade natural da criança, que não implica em compromissos, planejamento e seriedade, e que ajuda no desenvolvimento e na socialização” (VELASCO e KISHMOTO).
Tendo em vista que o termo brincadeira é muito amplo e dá margem a várias definições, não foi possível categorizar as definições. Porém, escolhemos aleatoriamente três respostas significativas para comparar com as definições dos autores escolhidos: “ A brincadeira é uma atividade que deve fazer parte do cotidiano da criança para que ela possa ter um desenvolvimento motor e social sadio”; “ Brincar é aprender a se relacionar com os colegas e a descobrir o mundo à sua volta”; “Uma forma de levar as crianças a desopilarem e de desenvolver a sua capacidade mental e corporal.”
De acordo com os autores estudados a Brinquedoteca “É o espaço criado com o objetivo de proporcionar estímulos para que a criança possa brincar livremente” (SANTOS, 1999). Para categorizar as respostas utilizamos como base o conceito citado acima.
Dos vinte e seis entrevistados 92,4% respondeu que a Brinquedoteca é um espaço onde a criança brinca; 3,8% responderam que estaria voltado para a preparação dos professores e 3,8% das pessoas não soube responder.
Em grau de importância, 61,5% dos entrevistados, responderam que a brincadeira tem grau importantíssimo na aprendizagem da criança; 30,8% responderam que é muito importante a brincadeira e 7,7% disse ser importante.
De acordo com as respostas obtidas, 80,8% dos professores responderam que seus alunos brincam muito na escola; 7,7% disseram que eles brincam às vezes; 3,8% responderam que brincam muito pouco, 3,8% brincam muitíssimo e 3,8% responderam que as crianças brincam pouco na escola.
Em relação se o jogo deveria estar presente nas fases do desenvolvimento da criança, 88,5% dos entrevistados responderam que Sim e 11,5% responderam que não devem estar presente. Por ultimo, dos entrevistados 96,1% responderam que seria possível reunir em uma mesma situação o brincar e o educar, enquanto que 3,9% responderam que às vezes é possível reuni-los.
IV CONSIDERAÇÕES FINAIS
A Pesquisa realizada sobre “Aprender Brincando: o lúdico na aprendizagem” foi de grande importância, enriquecendo nossa vida acadêmica e nosso futuro profissional.
De acordo com os dados obtidos a partir da visão dos entrevistados, constatamos que o lúdico exerce um papel importante na aprendizagem das crianças, onde 96,1% dos professores responderam que é possível reunir dentro da mesma situação o brincar e o educar.
Verificamos, além disso, que 88,4% dos entrevistados afirmaram a existência de um espaço determinado para a utilização de brincadeiras na escola. E por fim, identificamos que 76,92% dos professores possuem uma percepção adequada em relação ao lúdico de acordo com os autores pesquisados.
A partir do exposto pudemos concluir que a maioria dos professores “obtém” certo conhecimento sobre o tema, porém observamos ainda que é necessário tanto nas escolas públicas quanto provadas, uma maior conscientização no sentido de desmistificar o papel do “brincar”, que não é apenas um mero passatempo, mas sim um objeto de grande valia na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças.
Sendo assim a escola e, principalmente, a educação infantil deveria considerar o lúdico como parceiro e utiliza-lo amplamente para atuar no desenvolvimento e na aprendizagem da criança.
V REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Anne. Ludicidade como instrumento pedagógico. Disponível em: http://www.cdof.com.br/recrea22.htm. Acesso no dia 19 de fevereiro de 2006.
BERTOLDO, Janice Vida; RUSCHEL, Maria Andrea de Moura. Jogo, Brinquedo e Brincadeira - Uma Revisão Conceitual. Disponível em: http://www.ufsm.br/gepeis/jogo.htm. Acesso no dia 21 de fevereiro de 2006.
CAMPOS, Maria Célia Rabello Malta. A importância do jogo no processo de aprendizagem. Disponível em: http://www.psicopedagogia.com.br/entrevistas/entrevista.asp?entrID=39. Acesso no dia 20 de fevereiro de 2006.
KISHIMOTO, T.M. Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. 6. ed. São Paulo: CORTEZ, 1994.
MALUF, Ângela Cristina Munhoz. A importância das brincadeiras na evolução dos processos de desenvolvimento humano. 2003. Disponível em: http://www.psicopedagogia.com.br/opiniao/opiniao.asp?entrID=132. Acesso no dia 22 de fevereiro de 2006.
NEVES, Lisandra Olinda Roberto. O lúdico nas interfaces das relações educativas. Disponível em: http://www.centrorefeducacional.com.br/ludicoint.htm. Acesso no dia 20 de fevereiro de 2006.
NUNES, Ana Raphaella Shemany. O lúdico na aquisição da segunda língua. Disponível em: http://www.linguaestrangeira.pro.br/artigos_papers/ludico_linguas.htm. Acesso no dia 16 de fevereiro de 2006.
OLIVEIRA, Sâmela Soraya Gomes de, DIAS, Maria da Graça B. B. e ROAZZI, Antonio. O lúdico e suas implicações nas estratégias de regulação das emoções em crianças hospitalizadas. Psicol. Reflex. Crit. [online]. 2003, vol.16, no.1 [cited 29 March 2006], p.1-13. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-79722003000100003&lng=en&nrm=iso>. ISSN 0102-7972.
SANTOS, Antonio Carlos dos. Jogos e atividades lúdicas na alfabetização. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
TEZANI, Thaís Cristina Rodrigues. O jogo e os processos de aprendizagem e desenvolvimento: aspectos cognitivos e afetivos. 2004. Disponível em: http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=621. Acesso no dia 16 de fevereiro de 2006.
VELASCO, Cacilda Gonçalves. Brincar: o despertar psicomotor. Rio de Janeiro: Sprint Editora, 1996
segunda-feira, 20 de abril de 2020
Ludicidade - [1] Primeira etapa
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Ludicidade - [1] Primeira etapa
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Disciplina: Educação Física e Ludicidade
Carga horária : 60 Hrs | Teórica: 30 Hrs | Prática: 30 Hrs | Crédito: 3 | Período: 4'
Ementa:
Estudo e vivência da ludicidade e do fenômeno lúdico nas atividades motoras dentro de uma visão hatórica, com vista à perspectiva contemporânea de ambiente escolar e comunitário.
Objetivo geral:
Capacitar os alunos para a atuação com atiidades de lazer e de recreaçao, bem como para a formulação, organização, acompanhamento e avaliação de programas de lazer, recreação e animação cultural.
Objetivos específicos:
Estabelecer as diferenças entre recreação, lazer e animação cultural; Identificar os aspectos sociais e políticos presentes nas atividades recreativas, de lazer e de animação cultural; Apontar a importância do papel do professor de educação física como mediador nas atividades de recreação, de lazer e de animação cultural; Organizar programar de atividades recreativas, de lazer e de animação cultural
Conteúdo programático:
- O jogo, a brincadeira e o brinquedo
- O lúdico, a imaginação e a criatividade
- atividades recreativas - questões sociais, políticas e filosóficas
- Jogos cooperativo como estratégias de inclusão
- O debate sobre o lazer na contemporaneidade
- O debate sobre a animação cultural
- Organização de programas de recreação, lazer e de animação cultural.
Metodologia:
Leitura, análise e discussão de textos; Aulas expositivas; Aulas práticas; Apresentação de seminários.
Avaliação:
Avaliação de caráter formativo na qual devem ser considerados os aspectos cognitivos e socioafetivos. Podem ser utilizadas como estratégias; provas escritas, provas orais, diários de curso e apresentação de seminários, dentre outras.
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Cronograma do curso:
Março
21 - Inicio das aulas - divisão da turma em grupos de trabalho - avaliação diagnóstica
23 - Aula normal
28 - Aula normal
30 - Apresentação do 1 trabalho
Abril
04 - Apresentação de 1 trabalho
06 - aula normal
11 - aula normal
13 - aula normal
18 - aula normal
20 - aula normal
25 - aula normal
27 - aula normal
Maio
02 - 1 Avaliação
04 - aula normal
09 - aula normal
11 - aula normal
16 - aula normal
18 - aula normal
23 - Apresentação do 2 trabalho
25 - Apresentação do 2 trabalho
30 - aula normal
Junho
01 - aula normal
06 - aula normal
08 - aula normal
13 - aula normal
15 - aula normal
20 - 2 Avaliação
22 - aula normal
27 - aula normal
29 - aula normal
Julho
04 - Avaliação final
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Relação de textos
Texto 1:
Filho, Carol Kolyniak. Educação Física - uma introdução. São Paulo: EDUC, 1996. (p 7 - 32 e 88 - 95)
Texto 2:
Marcellino, Nelson Carvalho. Aspectos teóricos da ludicidade
Texto 3:
Melo, José Pereira de e NUNES DIAS, João Carlos Neves de Souza e. Do jogo e do lúdico no ensino da educação física escolar
Texto 4:
MENDES, Maria Isabel Brandão de Souza e Melo, José Pereira de. Notas sobre corpo, saúde e ludicidade.
Texto 5:
SILVA, Junior vagner Pereira da e NUNES, Paulo Ricardo Martins. A cidade, a criança e o limite geográfico para os jogos/brincadeiras.
Texto 6:
SILVEIRA, Raquel da e STIGGER, Marcos Paulo. Espaço de jogo - espaço de envelhecimento: sociabilidade lúdica na sociedade esportiva recanto da alegria
Texto 7:
Louzada, Mauro; VOTRE, sebastião; DEVIDE, Fabiano; Representações de docentes acerca da distribuição dos alunos por sexo nas aulas de educação física.
Texto 8:
CORREIA, Marcos Miranda. Jogos cooperativos - perspectivas, possibilidades e desafios na educação física escolar. In: Revista Brasileira de Ciencias do Esporte. V.27, n.2, p. 149 - 164, Jan. 2006
Texto 9:
BROUGÈRE, Gilles. Brinquedo e cultura. 6ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Texto 10:
LARA, Larissa Michelle; PIMENTEL, Giuliano Gomes de Assis; RIBEIRO, Deiva Mara Delfini. Brincadeiras Cantadas: educação e ludicidade na ultura do corpo.
Texto 11:
Cruz, Tânia Mara e CARVALHO, Marília Pinto de. Jogos de gênero: o recreio numa escola de ensino fundamental.
Texto 12:
Melo, Victor andrade e ALVES JUNIOR, Edmundo de Drummond. Introdução ao Lazer. Barueri: Manole, 2003. (p.1 -37).
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PROCESSO AVALIATIVO
1 Trabalho:
- A turma será dividida em seis grandes grupos ( azul, vermelho, amarelo, branco, verde e roxo ) que apresentam conceitos\categorias que serão trabalhadas pelos aluno;
- Cada grupo colorido será subdividido em duplas de modo que cada uma possa buscar definições/informações sobre dois temas estabelecidos;
- Cada dupla irá dispor estas definições em uma folha de papel pardo de maneira que possa ser afixada na parede de cortiça do Ginásio;
- Como já deve ter sido observado, haverá pelo menos, duas definições sobre o mesmo tema e a turma, com exceção das duplas elaboradoras, irá escolher o melhor conteúdo;
- Critérios de avaliação: clareza na exposição; qualidade da exposição ( limpeza, distribuição da informação no espaço do papel etc); profundidade do conteúdo; variedade e confiabilidade das referencias; correção gramatical; atualidade do conteúdo; qualidade da referencia.
Azul
1: Jogo
2: Lúdico
3: Brincadeiras e Brinquedo
4: Furto do Lúdico
Vermelho
5: Gênero
6: Violência contra a mulher
7: Violência no esporte
8: Preconceitos: cor\raça, peo, deficiencia, orientação sexual.
Amarelo
9: Esporte
10:Competição
11: Colônia de férias
12: Jogo cooperativo
Branco:
13: Lazer
14: Recreação
15: Animação Cultural
16: Atividades físicas: Idoso / Infância / Juventude
Verde
17: Formação profissional - Ed. Físia
18: Cultura ou Culturas
19: Inter, Multi e transdisciplinaridade
20: Relação universidade - sociedade
Roxo
21: Esporte educacional
22: Pobreza e marginalidade
23: Projetos sociais de esporte
24: Esporte de alto rendimento
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2 Trabalho
- A partir de sorteio serão formado novos grupos de quatro pessoas que levarão seus temas originais (1 trabalho) e terão que estabelecer uma relação teórico- prática entre eles. Por exemplo, temas 15 e 8 (Animação cultural e Preconceitos: cor\raça, peso, deficiência, orientação sexual); o grupo terá que discutir qual é a possível relação entre estas instâncias.
- A resposta também será apresentada em forma de painel e a mais satisfatória será escolhida pela turma.
Observações importantes:
1) Cuidado com as fontes utilizadas para esta busca, pois nem sempre as retiradas da internet são confiáveis;
2) Não esqueça das referências, do nome dos autores do trabalho e do material para afixar na parede.
Lembre-se de que estes trabalhos são parte do processo de avaliação que ora se inicia e que se encerra no último dia de aula. Além deles serão avaliadas: a frequência, o comportamento e a participação do aluno.
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