6) Existe uma via de associação conectada a área de wernicke á de broca no cérebro. Pede-se:
sábado, 11 de julho de 2020
Anatomia (02) - [2] Segunda etapa
6) Existe uma via de associação conectada a área de wernicke á de broca no cérebro. Pede-se:
domingo, 7 de junho de 2020
Anatomia (02) - [1] Primeira etapa
Funções gerais do sistema nervoso
Elementos celulares que compõem o sistema nervoso. Definição de circuito (elementos que compõem um circuito). Associar o funcionamento de um circuito por meio de atividade elétrica (axônios) e química (sinapses).
Partes componentes de um neurônio e associar essas partes com a substância cinzenta e a substância branca.
Diferenciar sinapses excitadoras e inibidoras. Conceituar neurotransmissor.
Quais os fatores que influenciam a velocidade de condução em um axônio e, a partir daí, como os axônios são classificados?
Divisão do sistema nervoso (central e periférico/somático e visceral).
Definir as meninges encefálicas e espinhais (na ordem) e localizar o líquor entre elas.
Caracterizar no cérebro: o córtex cerebral, a substância branca e os núcleos profundos (núcleos da base). Qual a função básica dos núcleos da base?
Divisão do cérebro em lobos e áreas funcionais primárias (localização das áreas somestésica, visual, auditiva, olfatória, motora primária, planejamento motor, área de Broca e área de Wernicke). Qual a importância das áreas secundárias correspondentes?
Definir (e explicar) as principais características dos homúnculos motor e sensitivo.
O que se entende por assimetria cerebral? Dê um exemplo.
Localizar o corpo caloso e definir a sua importância.
Onde se localiza o tálamo e qual a sua função básica?
Onde se situa o hipotálamo e qual a função geral. Quais os seus principais centros e como se relaciona com o sistema nervoso autônomo e com o sistema endócrino (hormônios)?
Identificar os componentes do tronco encefálico e as suas conexões diretas. Quais as funções localizadas no tronco encefálico?
Cerebelo: localização e principais funções. Principais sistemas de entrada de informações (inputs) para o cerebelo.
Caracterizar as principais vias do sistema nervoso: aferente, eferente, projeção ((ascendente e descendente), associação e comissural. Exemplifique.
Receptores: importância funcional e localização. Classificação dos receptores. Exemplifique.
Caracterizar os propriorreceptores (receptores proprioceptivos), definindo onde se localizam e que informações são fornecidas por cada um deles (fuso muscular, órgão tendinoso de Golgi, receptores articulares, labirinto na orelha interna)?
Estruturas efetoras (músculos e glândulas): importância funcional. Exemplifique algumas ações que envolvam as estruturas efetoras.
Como se compõem os nervos? Descrever a formação de um nervo espinhal e que neurônios estão presentes nas raízes anterior e posterior.
Definir o sistema nervoso autônomo, bem como a sua divisão.
Quais os neurotransmissores envolvidos na função do sistema nervoso autônomo, na passagem da informação para os efetores?
Qual a relação entre os sistemas simpático e parassimpático e o consumo de energia no organismo?
Quais os principais efeitos do sistema simpático e parassimpático sobre os sistemas do organismo (coração, vasos sanguíneos, pupila, brônquios, sistema digestivo, micção, ereção, ejaculação, glândulas sudoríparas)?
OSTEOLOGIA
Funções do esqueleto
Mecânicas
Não mecânicas
Resistência mecânica dos ossos (Elasticidade)
Arquitetura (osso cortical e osso esponjoso)
Composição química (mineral e orgânico)
Densidade dos ossos
Localização do osso cortical e do osso esponjoso no esqueleto
Adaptação a cada um dos tipos de osso em relação às forças aplicadas
Como agem as trabéculas do osso esponjoso
Como atua um osso tubular (osso longo) na resistência mecânica
Qual a relação da densidade óssea com a atividade física
Por que os ossos quebram?
Explique a fratura por estresse repetido
Ação de fatores genéticos e ambientais sobre os ossos
A osteoporose
Alterações na densidade e na arquitetura (osso esponjoso e osso cortical)
O que é a densitometria óssea e para que serve
Quais os problemas da osteoporose?
Tipos de ossificação (cartilaginosa, membranosa e aposicional)
Onde está presente e como atua o disco de crescimento
Como os ossos longos crescem e como aumentam de largura?
Quais as diferenças na atividade do disco de crescimento em relação ao sexo?
Explique o processo aposicional, distinguindo a ação dos osteoblastos e dos osteoclastos
Como atuam os osteoblastos e os osteoclastos e qual a alteração nas suas funções durante o crescimento e o envelhecimento?
O que é plasticidade óssea?
Quais as alterações que ocorrem nos ossos (cortical e esponjoso) devido à atividade física?
ROTEIRO DE AULA PRÁTICA
Estes objetivos deverão ser cumpridos a partir do uso de: ossos e livro/atlas de anatomia, com ajuda do professor e dos monitores.
A ESTRUTURA ÓSSEA
Montar um esqueleto, utilizando os ossos disponíveis na mesa de estudo.
Identificar em um osso: parte compacta, parte esponjosa, superfícies articulares e o periósteo.
Identificar em um osso longo: epífises (proximal e distal), diáfise, canal central, disco epifisário (cartilagem de crescimento).
Localizar a medula óssea vermelha e medula óssea amarela, definindo suas funções.
Em relação à distribuição cortical\esponjosa, identificar os padrões regionais nos ossos.
Identificar os ossos e relacioná-los aos segmentos corporais.
OSSOS DO TRONCO
1. Diferenciar as vértebras cervicais, torácicas e lombares.
2. Identificar em uma vértebra o corpo vertebral, o arco neural e o forame vertebral e o canal vertebral.
3. Identificar as seguintes estruturas vertebrais: pedículos, lâminas, processos espinhoso, transversos e articulares.
4. Identificar as superfícies articulares (discos e facetas articulares).
5. Posicionar anatomicamente o osso sacro e identificar: promontório, asa lateral do sacro e facetas articulares (lombossacral e sacroilíaca).
6. Em uma coluna articulada, identificar os foramens intervertebrais, definindo o seu conteúdo.
7. Caracterizar as curvaturas da coluna vertebral.
8. Utilizando as peças ósseas, estabelecer o contato vertebral e lombo-sacro.
9. Utilizando voluntários, caracterizar o alinhamento vertebral (posturas) em uma visão frontal e perfil e suas relações com os membros.
10. Colocar as costelas em posição anatômica e articular as costelas com as vértebras.
11. Colocar o esterno em posição anatômica e identificar: manúbrio, corpo, processo xifóide e as faces articulares com a clavícula e as costelas.
OSSOS DA CINTURA ESCAPULAR, DO MEMBRO SUPERIOR E DO CRÂNIO
Reúna os ossos da cintura escapular e do membro superior, e um mesmo lado, e articule-os, como se você estivesse montando um esqueleto.
Defina, em cada osso, a que lado pertence. Posicione-o em seu próprio corpo ou no de seu colega.
Na clavícula, identifique: extremidades esternal e acromial.
Na escápula, identifique: margens lateral, medial e superior, cavidade glenoidal, espinha, acrômio, processo coracoide, fossas supraespinhosa, infraespinhosa e subescapular.
No úmero, identifique: cabeça, colo, tubérculos maior e menor, sulco intertubercular, epicôndilos medial e lateral, capítulo, tróclea e fossas do olécrano e coronoide.
Identifique no rádio: cabeça, colo, processo estiloide, faces articulares para o úmero, ulna e carpo.
Identifique na ulna: olécrano, incisura troclear, processo coronoóide, cabeça da ulna, superfícise articulares para o úmero e o rádio.
Identifique os ossos do carpo em uma mão articulada.
Identifique os ossos metacarpais.
Identifique as falanges.
Localize, em seu próprio corpo, os relevos ósseos mais evidentes.
Identificar os ossos do crânio (em um crânio articulado). Identificar a calvária (calota) craniana e a base do crânio. Identificar as suturas cranianas, relacionando-as com a idade do indivíduo.
Identificar os ossos que compõem as margens da órbita, as margens da abertura da cavidade nasal, o arco zigomático, o palato duro. Identificar o forame magno e o meato acústico externo.
Na calvária do crânio identificar as tábuas ósseas interna e externa e o osso esponjoso (díploe).
OSSOS DA CINTURA PÉLVICA E DO MEMBRO INFERIOR
1. Identificar os ossos componentes da cintura pélvica e do membro inferior.
2. Definir bacia, pelve, cintura pélvica e quadril.
3. Identificar os acidentes ósseos:
a) Ilíaco (osso do quadril): partes componentes (ílio, ísquio e pube), crista ilíaca, asa do ílio, espinha ilíaca anterior superior, acetábulo, forame obturado, tuberosidade isquiática.
b) Fêmur: cabeça, colo, trocânteres maior e menor, côndilos, face patelar, fossa intercondilar.
c) Patela: base, ápice, faces articulares.
d) Tíbia: côndilos medial e lateral, faces articulares para fêmur, área intercondilar, tuberosidade da tíbia, maléolo, facetas articulares para a fíbula e o tálus.
e) Fíbula: cabeça, maléolo.
f) Ossos do pé: identificar os ossos do pé, Caracterizar os arcos do pé (que ossos compõem e qual a sua importância). Definir as principais alterações do pé (pé cavo, pé calcâneo, pé plano, pé eqüino, pé pronado, pé supinado).
4. Definir no membro inferior os desvios em varo e valgo. O que significa “genu flexo” e “genu recurvado”.
5. Localize, no seu próprio corpo, os relevos ósseos mais evidentes.
ROTEIRO DE ESTUDO (AULA TEÓRICA) - COLUNA VERTEBRAL
Definir as conexões da coluna vertebral com as cinturas escapular e pélvica
Estabelecer as funções gerais da coluna vertebral em condições estáticas e dinâmicas. Quais as funções orgânicas que são influenciadas pela coluna vertebral
Definir os segmentos da coluna vertebral, especificando o número (e da denominação numérica) de vértebras em cada um dos segmentos.
Definir as curvaturas primárias e secundárias da coluna vertebral.
Estabelecer as partes componentes comuns de todas as vértebras.
Especificar algumas particularidades das vértebras cervicais, torácicas e lombares que permitam a sua identificação.
Quais os conteúdos do forame vertebral e do forame intervertebral.
Defina os desvios de curvatura da coluna vertebral e a sua relação com o desalinhamento do ombro e da bacia.
Qual a importância da manutenção da linha de gravidade do corpo nas proximidades da coluna vertebral. O que ocorre quando a linha de gravidade se afasta ou se aproxima da coluna vertebral.
Qual a importância do osso esponjoso vertebral, do disco intervertebral e das curvaturas espinhais na redução do estresse mecânico aplicado na coluna vertebra.l
Que tipos de problemas ocorreriam no caso da osteoporose acometer os corpos vertebrais.
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PROGRAMA DA MATÉRIA
UFRJ – CCS – ICB – PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM ANATOMIA
BMA 132 – ANATOMIA PARA EDUCAÇÃO FÍSICA (EFB)
PROF. RESPONSÁVEL: Adilson D. Salles, MD, PhD
E-mail: adilson_salles@yahoo.com.br
PROGRAMA 2011/2
DIA | HORA | ASSUNTO/ATIVIDADE |
10/ago | 8 | Abertura do curso. Anatomia e a formação profissional. A Educação Física e a Ciência. |
(4ª) | 10 | A questão da variabilidade biológica humana. Raça em Biologia. |
12/ago | 8 | Sistema locomotor: O osso e o estresse mecânico. |
(6ª) | 10 | A resistência mecânica dos ossos. Osso sob atividade física. |
17/ago | 8 | Como os ossos crescem? A remodelagem e a plasticidade ósseas. |
(4ª) | 10 | Laboratório: Ossos em geral. Coluna vertebral. |
19/ago | 8 | Estudo da coluna vertebral. As curvaturas e seus desvios. |
(6ª) | 10 | A estratégica morfologia vertebral. |
24/ago | 8 | A postura e o movimento humano: como os ossos se articulam. |
(4ª) | 10 | Laboratório: Ossos do membro superior e do crânio. |
26/ago | 8 | O alinhamento articular. Como movemos as nossas articulações. |
(6ª) | 10 | Laboratório: Ossos do membro inferior. |
31/ago | 8 | Mecânica articular do membro superior. |
(4ª) | 10 | Laboratório: Articulações do membro superior. |
02/set | 8 | Mecânica articular do membro inferior I. |
(6ª) | 10 | Laboratório: Articulações do membro inferior. |
07/set | FERIADO – INDEPENDÊNCIA DO BRASIL | |
(4ª) | ||
09/set | Mecânica articular do membro inferior II. | |
(6ª) | Laboratório: Articulações da Coluna Vertebral. | |
14/set | 8 | PROVA I – OSSOS. |
(4ª) | 10 | LIVRE |
16/set | 8 | Mecânica articular do tronco. |
(6ª) | 10 | Bases morfológicas da mecânica muscular I. |
21/set | 8 | Bases morfológicas da mecânica muscular II. |
(4ª) | 10 | Bases morfológicas da mecânica muscular do membro superior I. |
23/set | 8 | Bases morfológicas da mecânica muscular do membro superior II. |
(6ª) | 10 | Laboratório: Músculos do membro superior |
28/set | 8 | PROVA II – ARTICULAÇÕES. |
(4ª) | 10 | LIVRE |
30/set | 8 | Bases morfológicas da mecânica muscular do membro inferior I. |
(6ª) | 10 | Laboratório: Músculos do membro inferior. |
05/out | RECESSO - JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFRJ | |
(4ª) | ||
07/out | RECESSO - JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFRJ | |
(6ª) | ||
12/out | FERIADO - NOSSA SENHORA DA APARECIDA | |
(4ª) | ||
14/out | 8 | Bases morfológicas da mecânica muscular do membro inferior II. |
(6ª) | 10 | Laboratório: Músculos do tronco. |
19/out | 8 | Bases morfológicas da mecânica muscular do tronco I. |
(4ª) | 10 | Laboratório: Revisão de músculos. |
21/out | 8 | Bases morfológicas da mecânica muscular do tronco II. |
(6ª) | 10 | Sistema Circulatório I: Organização Geral e o Coração. |
26/out | 8 | Sistema Circulatório II: Os vasos sanguíneos. O sistema linfático e a defesa imune. |
(4ª) | 10 | Sistema Nervoso – Organização Geral. |
28/out | FERIADO - DIA DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO | |
(6ª) |
02/nov | FERIADO - FINADOS | |
(4ª) | ||
04/nov | 8 | PROVA III – MÚSCULOS. |
(6ª) | 10 | LIVRE |
09/nov | 8 | Sistema Nervoso Central. |
(4ª) | 10 | Sistema nervoso periférico. A inervação motora. |
11/nov | 8 | O Sistema Nervoso Autônomo. Como o sistema nervoso regula as funções das vísceras. |
(6ª) | 10 | Laboratório: Sistema Circulatório. |
16/nov | 8 | Sistema Respiratório I. |
(4ª) | 10 | Laboratório: Sistema Nervoso. |
18/nov | 8 | PROVA IV - SISTEMAS CIRCULATÓRIO E NERVOSO. |
(6ª) | 10 | LIVRE |
23/nov | 8 | Sistema Respiratório II. |
(4ª) | 10 | O Estado Nutricional do Organismo. O papel do sistema digestivo. |
25/nov | 8 | Controlando o meio interno: o sistema urinário e a homeostasia. |
(6a) | 10 | Laboratório: Sistema Respiratório. |
30/nov | 8 | Sistema reprodutor masculino. |
(4a) | 10 | Laboratório: Sistema Digestivo. |
01/dez | 8 | Sistema reprodutor feminino. A gravidez e o trabalho de parto: bases anatômicas. |
(6a) | 10 | Sistema Tegumentar |
07/dez | 8 | PROVA V – ESPLANCNOLOGIA |
(4a) | 10 | Sistema Endócrino |
09/dez | 8 | PROVAS EM SEGUNDA CHAMADA |
(6a) |
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ROTEIRO DE ESTUDO TEÓRICO – ARTICULAÇÕES
O que é uma articulação e quais as suas funções.
Defina os movimentos básicos do corpo humano, relacionando cada um deles a um determinado eixo e plano de movimento.
Quais os movimentos que têm nomes especiais e onde são realizados.
Defina “cadeia cinética” e qual a diferença entre uma “cadeia cinética aberta” e uma “cadeia cinética fechada”. Quais as funções de uma “cadeia cinética”.
Estabeleça a diferença entre as articulações fibrosas, cartilaginosas e sinoviais. Caracterizando cada uma delas e exemplificando cada caso.
Quais os elementos constituintes de todas as articulações sinoviais. Defina a função de cada um dos constituintes de uma articulação sinovial.
Defina articulações uni-axais, bi-axiais, tri-axiais e an-axiais.
O que você entende por estabilidade articular e quais os elementos que atuam nessa estabilidade.
Qual o papel dos meniscos, orlas e discos nas articulações sinoviais e em que articulações são encontrados. Por nem todas as articulações possuem esses elementos?
Quais as funções básicas dos ligamentos e quais as conseqüências de suas lesões na mecânica articular.
O que são bolsas sinoviais, onde estão situadas e quais as suas funções.
Defina os termos: instabilidade articular, bursite, sinovite, entorse (ou torção), luxação, artrite, artrose e derrame articular.
UFRJ – CCS – ICB – PROGRAMA DE ANATOMIA
DISCIPLINA: ANATOMIA PARA EDUCAÇÃO FÍSICA – Licenciatura (EFB)
Roteiro de Estudo Teórico – Miologia Geral
A genética dos grandes atletas
Como se forma um atleta de elite? Motivado pela iminência da Copa do Mundo de futebol, Sergio Pena discute em sua coluna de abril o papel dos genes e do ambiente na construção dos esportistas de ponta.
Um dos meus ídolos pessoais é o mineiro Alberto Santos Dumont (1873-1932). Diz a lenda que, quando ele era ainda criança, lhe perguntaram "Homem voa?" – ele respondeu desafiadoramente: "Voa!!!". E voar ele voou, aos 28 anos de idade, contornando a Torre Eiffel em 1901 com um balão dirigível. O feito tornou-o um super-herói da aviação e um dos homens mais famosos do planeta na época.
A glória do(a) grande atleta
Gênese complexa







